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Josenir Lacerda

Poetisa Cratense lança cordel durante programação na 12ª Bienal Internacional do Livro, em Fortaleza

Por Ronuery Rodrigues/Agência Miséria
Em 13/04/2017 às 11:10
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Josenir Lacerda lança Cordel Linguajar Cearense pelo Sesc na programação da Bienal (Foto: Guto Vital/ Agência Miséria)

Nos 14 a 23 de abril de 2017, Fortaleza recebe a XII Bienal Internacional do Livro do Ceará. O evento é um dos mais esperados do calendário e reúne ampla programação nas áreas de literatura, arte, cultura e pensamento, além de referências quanto a qualidade de livros no país. Grandes escritores e artistas do estado, Brasil e do exterior participam do evento que acontece no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Do Cariri para a bienal, quem participa pela segunda vez do evento expondo seu trabalho é a poetisa Cratense, Josenir Alves de Lacerda. Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC) e cofundadora da Academia dos Cordelistas do Crato (ACC), Josenir Lacerda, participou de mesas em outras Bienais. A Poetisa escreve há mais de vinte e cinco anos e seus cordéis ganharam as páginas de livros didáticos, e, sempre é citado em sites de todo país.

Ao Site Miséria, Josenir falou que está muito feliz em poder participar mais uma vez de uma programação na Bienal. Segundo a Poetisa, o cordel Linguajar Cearense é como um filho que dá orgulho a sua mãe. “ Eu fico feliz em ver que após tantos anos, o cordel linguajar cearense é falado, comentado e convidado para eventos importantes, isso demonstra que o nosso trabalho tem de alguma forma cumprido com o objetivo de levar a literatura de cordel para o mundo”, disse.

O trabalho da poetisa tem feito nascer a admiração de muita gente no cariri, como o exemplo de Dariany Sami, que passou de fã para amiga pessoal da artista, a professora que também é produtora cultural vai acompanhar a poetisa cratense durante o evento.

Abraço Literário

Escrito em 2000, o cordel teve sua primeira edição publicada pela Academia dos Cordelistas do Crato (ACC). O Cordel Linguajar Cearense, foi reeditado por diversas editora de livros do país. O folheto em 2017 foi reeditado pelo SESC (Serviço Social do Comércio) e lançado no próximo dia 15, no evento através do Projeto Abraço Literário.

A artesã e cordelista explica que o cordel surgiu da necessidade de preservar e compilar para tornar conhecidas as expressões que só se escuta no interior, daí a necessidade de escrever sobre o Linguajar, que se torna um dialeto através das peculiaridades da linguagem oral da região Nordeste.

A poetisa destaca que  todas as suas produções tem o mesmo valor sentimental, mas o Linguajar Cearense, como ela afirma, “É enxerido” tendo tomado grandes proporções, além das suas publicações, o cordel foi recitado pelo poeta de Alto Santo, Bráulio Bessa, o que potencializou ainda mais o trabalho da artista Caririense. A propósito deste fato, a equipe da Tv Miséria, realizou em abril passado, matéria sobre o cordel, reveja a matéria:

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