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Dia de ofertas?

Maioria dos leitores não confia nos preços da Black Friday; Decon de Juazeiro faz recomendações

Por Felipe Azevedo/Agência Miséria
Em 24/11/2017 às 09:05
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Maioria dos leitores não confia nos preços da Black Friday; Decon de Juazeiro faz recomendações (Foto: Felipe Azevedo/Agência Miséria)

Hoje é o dia aguardado por muita gente desde que a onda de promoções tornou-se popular sempre no final do ano. A Black Friday (ou Sexta negra, em livre tradução), é a oportunidade perfeita para quem deseja aproveitar grandes descontos, principalmente em eletrônicos. Mas será que dá pra confiar completamente nas ofertas brasileiras?

A tradição americana que acontece sempre um dia após o Dia de Ação de Graças, em novembro,começou no brasil em 2010, e aconteceu de forma totalmente online, reunindo apenas 50 estabelecimentos. As mais diversas maneiras de "se adaptar" ao feirão - como praticar a metade do dobro do preço cobrado pelo produto em épocas comuns -, fez com que o consumidor brasileiro se mantivesse alerta.

RECOMENDAÇÕES

Como forma de prevenir abusos, o Decon de Juazeiro do Norte, órgão de defesa do consumidor vinculado ao Ministério Público do Estado do Ceará, recomenda atenção redobrada nas compras desta sexta-feira.

A Promotora de Justiça, Dra. Efigênia Coelho Cruz, lembra que mesmo em promoção, "se o vendedor prometer a troca do produto mediante aviso em nota fiscal e, posteriormente, não efetuar a troca, o Decon precisa ser acionado.

A promotora disse ainda que a Black Friday é uma estratégia de livre iniciativa dos estabelecimentos, prerrogativa de venda prevista na Constituição, que dá ao comerciante a liberdade para praticar os preços."No entanto, o Ministério Público vai atentar para as propagandas enganosas e demais reclamações neste sentido", disse ainda.

Ao efetuar a compra, o consumidor deverá exigir a nota fiscal do produto. O Decon salienta ainda que não é mais obrigatório informar o CPF, apenas se achar conveniente.

ENQUETE

O Site Miséria realizou uma enquete online durante toda esta semana para medir a confiabilidade do leitor nas promoções da Black Friday no Brasil este ano. O resultado indica baixa confiança dos internautas; 80,79% responderam que não pretendem realizar compras durante o período de ofertas, e outros 19,21% afirmaram que confiam nos descontos oferecidos pelas lojas no Brasil.

ALTERNATIVAS

Diversos sites (que também tem sua versão para mobile por meio de aplicativos) podem ser uma saída para quem quer espantar de vez os riscos de fraude nesta sexta. Estes dispositivos fazem uma varredura nas ofertas online e comparam com os preços praticados em dias comuns, sem promoção.

Zoom: Um dos aplicativos mais baixados para este serviço, o Zoom compara os preços das lojas virtuais mais confiáveis e mostra ao consumidor a oferta mais barata, filtrando pelo produto pesquisado.

Pelando: Também tem a mesma função, com opções de "níveis de temperatura" para as ofertas. O usuário poderá escolher entre descontos que estão "quentes" ou "pelando", de acordo com o tamanho do abatimento. Há também a opção de notificações caso uma oferta "imperdível" seja iniciada.

Buscapé: Um dos mais antigos serviços de comparação de preço, o Buscapé também faz comparação de preços, mas é o serviço com menos opções de filtros para o consumidor.

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