Quinta-feira
18 de Outubro de 2018
Publicidade
Publicidade
Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018
Publicidade
Publicidade
Rio Grande do Sul

Com cordão humano, assalto a banco termina em morte de refém

Em 07/12/2017 às 17:05
Compartilhar
De mãos dados, moradores saem como reféns de assalto a banco em Arvorezinha (RS) (Foto: Reprodução/Twitter)

Um refém foi morto durante assaltos a dois bancos em Arvorezinha, município de apenas 11.000 habitantes no Rio Grande do Sul, no início desta tarde. O método de usar reféns para formar um cordão humano nesse tipo de crime, durante a semana de pagamento dos salários, tem se tornado comum no estado.

Os criminosos assaltaram o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal – a cidade tem quatro agências bancárias. Em frente à Caixa, a quadrilha obrigou os moradores a formarem um cordão humano como reféns para que pudessem se proteger. Na fuga, eles foram levados por assaltantes e depois abandonados em um matagal. Um deles foi encontrado morto ao lado de um carro abandonado, de acordo com relato a VEJA da Brigada Militar, a PM gaúcha. De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Gelson Caproski, de 33 anos. Não se sabe qual valor foi roubado dos bancos. Os ladrões fugiram e são procurados pela polícia.

Ao longo do ano, foram pelo menos outros seis assaltos a banco em cidadezinhas do interior do Rio Grande do Sul com as mesmas características. Esses assaltos foram cometidos nas semanas de pagamento dos trabalhadores, sempre com os criminosos usando cordão humano como proteção. Como são locais pacatos, normalmente, o número de policiais é pequeno. Em 2017, crimes semelhantes ocorreram nos municípios de Fontoura Xavier, Taquari, Encruzilhada do Sul, Progresso, Putinga e Pouso Novo.

Em outubro, a Operação Tríade, da Delegacia de Polícia de Repressão a Roubos, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), prendeu um dos envolvidos no assalto de Fontoura Xavier, que também fez reféns com cordão humano. Segundo informações divulgadas à época, os assaltos eram chefiados por três líderes de dentro de cadeias.

Fonte: Veja

Publicidade
Compartilhe
Comentários
Publicidade
Publicidade
Publicidade
TJ Seguros
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
© ACONTECEU, TÁ NO MISÉRIA
Quer reproduzir nosso conteúdo no seu blog ou site? Estabeleça uma parceria clicando aqui.
Desenvolvido por Kleber Ferreira