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Tradição

Carroceiros recebem bênção durante os festejos de Santa Teresinha em Quixadá

Em 20/01/2018 às 17:15
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Durante os festejos de Santa Teresinha, na paróquia do bairro Campo Novo, os carroceiros recebem a bênção católica. (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

Durante os festejos de Santa Teresinha, na paróquia do bairro Campo Novo, os carroceiros recebem a bênção católica. O ato é realizado após a procissão, acompanhando a imagem, realizada na última semana de setembro, incluindo também as famílias e outro tipo de transporte de tração animal, a charrete. Juntos, seguem em fila, do bairro Pitiú até a igreja, onde recebem, na praça, a bênção do pároco.

Os devotos fazem fila e aguardam pacientemente a vez. Quem participou pela primeira vez elogiou a novidade. "É também uma forma de reaproximar a gente da Igreja. Se existe santo protetor para os motoristas, os motociclistas e tudo quanto é tipo de profissão, porque não pra gente?! Todo mundo gosta de ser protegido, principalmente quando essa proteção é divina", comentou Francisco Cícero Ribeiro recordando a celebração. Ele exerce a profissão desde os 12 anos de idade, ao lado do pai.

Esse ritual começou a ser realizado em 2016. No ano passado, um número maior de carroceiros participou do cortejo. Alguns seguiram acompanhados apenas dos seus animais. Outros, preferiram levar as esposa s e os filhos. José Pereira de Sousa foi um deles. Ele mora no bairro da Paróquia. Ao saber da proteção concedida pela padroeira, também dos professores e de pessoas com doenças no coração, não pensou duas vezes em renová-la, apesar de não ocorrerem acidentes na área urbana.

O último deles ocorreu na segunda-feira passada, mas foi na zona rural. Um adolescente ficou ferido em decorrência de um acidente envolvendo a carroça conduzida por ele e uma caminhonete. A Polícia Militar informou que a colisão ocorreu no período da manhã, na CE-265, no distrito de Várzea da Onça, na zona rural de Quixadá. O jovem foi socorrido ao Hospital Municipal Eudásio Barroso. O jovem não corre risco de morte. Os carroceiros, profissionais de Quixadá não trabalham à noite. Como não possuem faróis e nem lanternas de alerta na traseira das carroças, preferem não arriscar, apesar de ser possível utilizarem as faixas refletivas. Além do mais, com menos tráfego nas ruas os motoristas costumam ser mais velozes. Melhor prevenir.

Fonte: Diário do Nordeste

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