Domingo
20 de Maio de 2018
Publicidade
Publicidade
Domingo, 20 de Maio de 2018
Publicidade
Publicidade
Rio Grande do Sul

Acusado de matar síndico de prédio em Porto Alegre é condenado a 17 anos de prisão

Em 26/01/2018 às 07:50
Compartilhar
Zanoni é preso por policiais militares após matar síndico do prédio (Foto: Divulgação/PM)

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta sexta-feira (25) Guilherme Antônio Nunes Zanoni a 17 anos e seis meses de reclusão em regime fechado por matar Oscar Vieira Guimarães, síndico do prédio onde morava, no Centro de Porto Alegre. O crime aconteceu no dia 5 de novembro de 2015, dentro do prédio.

A decisão foi do Tribunal do Júri, em uma sessão que durou cerca de 12 horas, presidida pelo juiz Juiz Orlando Faccini Neto, da 1ª Vara do Júri da Capital. O réu, na ocasião com 25 anos, foi preso após ser flagrado por policiais militares em casa, ajoelhado ao lado do corpo de Guimarães Neto, de 61 anos, atingido por golpe de faca no pescoço. Os dois eram vizinhos.

A investigação inicial apontou que o crime foi premeditado. O motivo seria um desentendimento ocorrido três anos antes, quando Zanoni havia se candidatado ao cargo de síndico do prédio, que fica na Rua André da Rocha, mas não conseguiu se eleger.

Zanoni havia sido preso preventivamente por cerca de oito meses, mas teve a prisão domiciliar concedida pela Justiça por ser advogado e não estar cumprindo a pena em uma cela especial, conhecida como sala de Estado Maior, como prevê o Estatuto da Advocacia. Entretanto, durante a sessão realizada nesta quarta, o juiz determinou que ele seja encaminhado ao Presídio Central, já que não exerce mais a profissão.

Desabafo de filho da vítima

Durante o período em que Zanoni esteve fora da prisão, o também advogado Rafael Guimarães, de 32 anos, filho da vítima do crime, fez um desabafo no Facebook afirmando que não iria mais exercer a profissão, após cruzar com o réu na rua.

"Estou caminhando, questão de 10 metros, e está ele parado, em uma fila de lotação como qualquer pessoa, um cidadão normal na rua. Olhei, baixei o rosto, porque fiquei preocupado. Vai saber, um psicopata... E eu vi que ele virou o rosto pra mim, ele me reconheceu e eu não parei, segui reto. Segui em um estado emocional que ninguém pode fazer ideia... Você cruzar com o assassino do teu pai...", contou.

Fonte: G1

Publicidade
Compartilhe
Comentários
Publicidade
Publicidade
TJ Seguros
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
© ACONTECEU, TÁ NO MISÉRIA
Quer reproduzir nosso conteúdo no seu blog ou site? Estabeleça uma parceria clicando aqui.
Desenvolvido por Kleber Ferreira