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Cheia do rio Sena continua e afeta turismo em Paris; 1.500 são retirados de casa
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Homem atravessa barreira submersa pelo Rio Sena, em Paris. À esquerda, é possível ver a Torre Eiffel (Foto: Stéphane Delfour/AFP)

Em 28/01/2018 às 09:15
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O volume do Rio Sena continua aumentando neste domingo (28), em Paris. A situação paralisou a atividade turística na região e cerca de 1.500 pessoas foram retiradas de suas casas.

O nível do rio, que atravessa Paris, deve chegar a 5,95 metros nesta noite - o que significa mais de quatro metros acima do normal, anunciou o serviço de informações Vigicrues.

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A cheia é menor que a registrada em junho de 2016 (6,10 m), quando foram registradas graves inundações na capital francesa, e nem se aproxima do temido recorde de 1910, quando o Sena atingiu 8,62 metros.

A água atingiu neste domingo a altura da coxa da célebre estátua de um guerreiro zuavo na ponte de Alma, que serve de referência aos parisienses para medir a cheia do rio.

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Na área da Torre Eiffel, os barcos turísticos estão ancorados após a proibição de navegar.

As margens do Sena, frequentadas por pedestres e ciclistas, assim como as docas - algumas que servem de entrada para restaurantes flutuantes - estão sob a água.

Após um incidente no sábado, quando duas pessoas foram observadas navegando em uma canoa, as autoridades recordaram que está proibida a navegação e alertaram para o perigo de usar qualquer tipo de embarcação nas condições atuais.

A diminuição das águas pode ser "muito, muito lenta", advertiu Colombe Brossel, vice-secretária do Departamento de Segurança da prefeitura de Paris.

"Voltar completamente à normalidade vai levar semanas", disse o diretor do Serviço de Meio Ambiente na região (DRIEE), Jérôme Goellner.

Fonte: AFP


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