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Paulistão

Roger indica Borja titular e confirma Scarpa como alternativa em clássico

Em 02/02/2018 às 17:00
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O comandante disse que crê em uma ascensão do colombiano com o decorrer das partidas e ainda justificou que não pode fazer uma substituição em todo momento que algum atleta demonstrar uma instabilidade (Foto: Reprodução)

O Palmeiras terá Gustavo Scarpa no banco de reservas e Miguel Borja como titular no jogo deste domingo (4), contra o Santos, pela 5ª rodada do Paulistão, no Allianz Parque. Foi o que indicou o técnico Roger Machado em entrevista coletiva nesta sexta-feira (2).

O comandante disse que crê em uma ascensão do colombiano com o decorrer das partidas e ainda justificou que não pode fazer uma substituição em todo momento que algum atleta demonstrar uma instabilidade. No treino de quinta e também no desta sexta-feira, o colombiano foi escalado como titular.

"Em relação ao Borja, dentro da característica e principais virtudes, se analisarmos as ações do Borja no jogo, ele cresceu bastante. Ele finaliza bem em diagonal e, às vezes, na instabilidade, ele não usa a finalização. Mas isso, em algum momento, passa. E se não passar eu tenho atletas como alternativas. E substituo pelo Willian e que ele resgate a sua confiança, aí a partir de entrar. Mas neste momento, eu acredito que o jogo vai reestabelecer a confiança", iniciou.

"Não posso, como gestor do vestiário, tão pronto um jogador mostre uma instabilidade dentro de campo, eu tiro imediatamente. Também gera insegurança nos que estão jogando. Aí fica difícil gerir a estabilidade se o comando substitui sempre por causa de uma partida. Tem várias coisas para medir as ações dos jogadores", completo.

Roger não quis revelar o time, mas, se mantiver o que treinou na última quinta-feira, terá: Jaílson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luís; Felipe Melo, Tchê Tchê e Lucas Lima; Dudu, Willian e Borja.

A grande novidade ficará no banco de reservas. Gustavo Scarpa deve ser relacionado pela primeira vez, mas não tem a entrada garantida, apesar da expectativa dos mais de 30 mil torcedores que irão ao Allianz Parque.

"Não, o jogo pode pedir algo diferente. O Scarpa vai estar à disposição, assim como estarão todos do banco de reserva. A ideia é leva-lo para a partida, assim como foi com Moisés. E se o jogo demandar a necessidade de uma característica semelhante à dele, não tenha dúvida que eu farei. Não é só porque ele está à disposição que vai estrear no domingo", finalizou.

Confira outras respostas de Roger Machado

Sobre o favoritismo do Palmeiras

Tudo isso aumenta a nossa responsabilidade, talvez nos coloquem como favorito em uma visão externa. A gente entende que pelo fato de ter terminado o ano de 2017 na segunda colocação do Brasileiro, de ter trazido e acrescentado qualidade ao grupo pontualmente, a gente abriu a temporada com um grupo 90% formado e isso dá uma vantagem, sem dúvida. Mostrou nos primeiros jogos. Mas, no nosso ponto de vista, o favoritismo precisa ser traduzido para dentro de campo. Conseguimos isso nos últimos quatro jogos, impor nosso jogo dentro de casa e fora. Estar jogando em casa já transforma o jogo com elemento para nosso lado, do lado da torcida, e aumenta a responsabilidade de vencer. Vindo de quatro vitórias aumenta ainda mais. A gente não foge da responsabilidade e do pseudo favoritismo, mas isso precisa ser demonstrado dentro de campo.

Como está Lucas Lima para o clássico

Ele está bem, muito à vontade no clube. Tem sido peça importante no princípio de ano. Se adaptou muito bem a uma forma diferente de jogar. O Lucas sempre jogou num 4-2-3-1 e por trás para articular. Mas aqui ele também tem responsabilidade de fechar a linha e isso favorece o jogo do Felipe, que é de muita leitura de jogo e ocupação dos espaços de onde a bola pode entrar, especialmente na entrelinha. E a movimentação do Lucas ajuda a progredir em campo. Não precisa centralizar e receber a bola só de costas. Falei para ele descentralizar a articulação também nos dá vantagem. A não ser que tenha marcação individual, seu marcador vai acompanhar para onde quer que vá. E aí vai liberar outros. Se aproximar da área tem sido um frequente hábito do jogo, porque tenho jogadores por trás que têm características particulares. O Willian, retém a bola lá na frente, o Tchê Tchê leva para frente, o Dudu já jogou de articulador... Ele não precisa em todo o momento carimbar a bola, mas que isso não aconteça, que ele esteja perto da área. Vejo ele bem adaptado.

É diferente enfrentar ex-time?

Eu me recordo como se fosse hoje quando saí do Grêmio e depois de um período no Japão fui enfrentar o Grêmio em Porto Alegre. Eu entrei ansioso, muito embora soubesse o que tinha que fazer. Mas o reencontro é sempre reencontro. A bola rola e você presta atenção ao jogo e entra. E posteriormente ao jogo você pensa no confronto, no reencontro. Os reencontros são sempre assim. Ainda mais quando tem historia em outra casa e agora está iniciando um novo momento em uma casa nova.

 

Uol

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