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Astrônomos encontram uma das estrelas mais velhas da Via Láctea
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Massa da estrela descoberta é de cerca de 0,7 vezes a do Sol, embora seja 400 graus mais quente (Foto: Reprodução/ Notícias ao Minuto)

Em 07/02/2018 às 20:00
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Astrônomos identificaram uma estrela que pode ter sido essencial para a formação dos primeiros elementos químicos da Via Láctea. A descoberta foi realizada por investigadores do Instituto de Astrofísica das Canárias, utilizando o Optical System for Imaging and low-intermediate-Resolution Integrated Spectoscopy (OSIRIS), com o Gran Telescopio de Canarias (GTC) acoplado.

Como explica o ´The Astrophysical Journal Letters´, a estrela tem o menor conteúdo metálico já conhecido. Ela encontra-se a 7500 anos-luz da Terra, no halo da Via Láctea, na direção da constelação do Lince.

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De acordo com a publicação, a fonte de energia destas estrelas é a fusão do hidrogênio nos seus núcleos. As temperaturas superficiais e a luminosidade são quase constantes com o passar do tempo. A massa da estrela descoberta é bem pequena: cerca de 0,7 vezes a massa do Sol, embora seja 400 graus mais quente.

Com um método chamado espectroscopia, os astrônomos puderem decompor a luz de objetos celestes para estudar as suas propriedades físicas e químicas. Assim, foi possível verificar, que a J0815+4729 possui apenas uma milionésima parte do cálcio e do ferro presentes no Sol. Porém, é rico em carbono, com 15% da abundância solar.

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“A teoria prevê que estas estrelas possam se formar só após e usando o material das primeiras supernovas, cujas progenitoras foram as primeiras estrelas massivas da Galáxia, a cerca de 300 milhões de anos depois do Big Bang,” explicou um dos autores do artigo, Jonay González Hernández.

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