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Auxiliar administrativo é morto com facadas no pescoço dentro de escola estadual no Recife
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Crime aconteceu na Escola Delmiro Gouveia, na Zona Sul do Recife (Foto: Reprodução)

Em 21/09/2018 às 17:40
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Um funcionário de uma escola estadual foi assassinado a facadas, nesta sexta-feira (21), dentro da instituição de ensino em que trabalhava como auxiliar administrativo, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife. O crime ocorreu no início da tarde, na Escola Delmiro Gouveia.

Marcelo José de Arruda, de 60 anos, foi assassinado com duas facadas no pescoço, de acordo com a Polícia Civil. A Polícia Militar também enviou equipe para o local, após receber o chamado para o caso por volta das 13h.

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No momento do assassinato, a escola já havia encerrado o expediente de aulas, segundo as polícias Militar e Civil. Peritos do Instituto de Criminalística recolheram objetos que podem ajudar nas investigações do crime, como o celular da vítima, que não foi levado pelos autores do crime. O corpo foi recolhido do local por volta das 15h40.

Segundo o delegado Elder Tavares, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu dentro de uma das salas da diretoria escolar e o corpo foi encontrado por uma funcionária da escola. Ele acredita que ainda é cedo para apontar uma linha de investigação.

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“Funcionários disseram que dois elementos chegaram dizendo que iam resolver assuntos de documentação. Lá dentro, disseram que seria sobre transferência escolar, mas logo anunciaram um assalto e desferiram duas facadas contra a vítima. Eles chegaram a pé e fugiram correndo, mas não levaram nada”, disse o delegado.

Uma moradora da área, que não quis se identificar, afirmou que a vítima era natural de Surubim, no Agreste do estado, e era uma pessoa tranquila e conhecida na região da escola.

“Todo mundo está aterrorizado. Foi uma surpresa, porque ele é extremamente tranquilo. Ninguém sabe o motivo do assassinato, só sabem que dois rapazes invadiram a escola e deram facadas nele”, contou a mulher.

De acordo com o comandante do 19º Batalhão da PM, tenente-coronel Paulo Matos, a escola possui câmeras de segurança que poderiam auxiliar nas investigações, mas, por falta de manutenção, os equipamentos não funcionam. Imagens de edifícios próximos à escola vão ser reunidas para subsidiar as buscas pelos criminosos.

Fonte: G1 PE


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