Cariri
"Justiça por Marielle"
Caririenses realizam agenda em memória de 1 ano do assassinato de Marielle Franco
Por:
Jornalista Alana Soares
Em 14/03/2019 às 00:45

Liderança em vida, Marielle tornou-se ícone da luta pela igualdade em morte. (Foto: Alana Soares/Agência Miséria )

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Completou nesta quinta-feira, 14, um ano do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes no Rio de Janeiro. Em memória da vereadora, professores, estudantes, militantes sociais e cidadãos caririenses em geral organizam agenda de atividades nesta data.

São rodas de conversa sobre política, negritude e feminismo em Juazeiro do Norte e um sarau político-poético em Crato. 

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Em Crato, a partir das 17h, um sarau político-poético acontece na sede do Grupo de Valorização da Cultura Negra (GRUNEC). O evento é organizado também pelo Setorial de Mulheres do PSOL, a Frente de Mulheres do Cariri e o Grupo de Estudos GEPAFRO.

 


Estudantes realizam também atividades de debate e rodas de conversa em intervalos de aulas no Centro Universitário Dr Leão Sampaio (UNILEÃO) no período da manhã e da noite. 

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Ato político “Justiça por Marielle” também acontece na Universidade Federal do Cariri, integrando a agenda de Calourada Geral. A atividade é realizada por Centros Acadêmicos e Coletivos estudantis.

 


MARIELLE FRANCO

Quinta mais bem votada na cidade com 46 mil votos em sua primeira disputa eleitoral, Marielle era liderança no movimento de mulheres e negros e negras em comunidades flumineses, sendo bastante conhecida e respeitada por suas ações de inclusão e combate à desigualdade. Socióloga, trabalhadora e lésbica, ela se criou na Faleva da Maré e foi mãe solo.

Ex-assessora de Marcelo Freixo, colega de partido, Marielle incomodou milicianos e denunciou crimes em comunidades e favelas, sendo assassinada, dentro de um carro, com quatro tiros na cabeça. O motorista Anderson Gomes também foi morto com tiros nas costas.

Nesta terça-feira, 12, quase um ano após o assassinato, dois suspeitos foram presos de serem os autores do crime. São eles os ex-PMs Ronnie Lessa, 48, e Elcio Queiroz, 46. 

 

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