Polícia
Crime desvendado
Cabeleireiro foi morto a facadas pelo amante em Tarrafas e outro acusado é preso
Por:
Repórter Demontier Tenório
Em 19/04/2019 às 11:00

Expedito ao lado do seu amante e executor Arnaldo, além de Carlos que assumiu ter levado a vítima para o local do crime (Foto: Reprodução/Redes sociais)

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Menos de 24 horas após o crime, a polícia de Tarrafas elucidou o assassinato do cabeleireiro Espedito Alves de Sousa, de 49 anos, que tinha um salão e morava no centro da cidade. Ele foi morto a facadas e o corpo encontrado por populares às 8 horas da manhã desta quinta-feira perto do Matadouro no Sitio Barra do Urucu em Tarrafas. Ainda ontem, o Sargento Batista - Comandante do Destacamento de Tarrafas - e mais os Soldados Brandão e R. Braz prenderam um dos envolvidos.

O jovem Carlos Alberto de Araujo Lima, de 30 anos, mora no Sitio Oitis na zona Rural de Tarrafas, e contou ao Delegado Diogo Galindo na Regional de Polícia Civil de Crato como tudo aconteceu. Segundo ele, por volta das 21h30min de quarta-feira estava no Bar do Inácio no centro de Tarrafas quando recebeu uma proposta no valor de R$ 100,00 para levar Espedito até a estrada do Sítio Oitis. O “serviço” foi contratado por “Arnaldo” que ex-amante da vitima.

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O mesmo aparentava estar muito embriagado junto com uma pessoa que respondia pelo apelido de "Galeguim" e apresentava trejeitos homossexuais. Carlos disse ao delegado que conhecia Espedito e até sabia que este teve um relacionamento com “Arnaldo”. Segundo relatou, o mesmo falou que apenas queria ter uma conversa com o cabeleireiro no que tratou de atraí-lo ao local combinado para onde seguiu na garupa da moto da vítima sem dizer quem o aguardava.

No local, já estavam “Arnaldo” e “Galeguim” que tinham ido na moto Honda CG 125 Fan de cor preta pertencente ao primeiro. De acordo com Carlos Alberto, houve uma discussão entre Espedito e Arnaldo motivada por um dinheiro prometido pelo cabeleireiro para o amante comprar uma moto o que não teria sido cumprido. Ainda segundo o depoente, “Galeguim” exibiu uma arma de fogo na cintura, mas foi “Arnaldo” quem sacou uma faca e passou a desfechar os golpes.
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Conforme o relato para a polícia, os golpes começaram no pescoço e, posteriormente, noutras partes do corpo quando Espedito caiu e apenas disse: “fila da puta”. Carlos declarou ainda que o amigo de “Arnaldo” levou o celular da vítima. Após o crime, ele disse ter chamado Espedito pelo nome e este não mais respondeu quando abandonou o local. O depoente comentou ainda que não comunicou o fato à polícia de Tarrafas temendo represálias de “Arnaldo” e nem recebeu os R$ 100,00 prometidos.

Outra informação dada por ele ao Delegado Diogo Galindo foi a de que desconhecia a intenção de “Arnaldo” o qual fugiu na direção de Assaré na moto com o seu amigo. Enquanto isso, Carlos seguiu para sua residência na zona rural de Tarrafas. Após prestar o depoimento, o mesmo foi posto em liberdade por não ter sido flagranteado e a polícia está tentando descobrir o local onde “Arnaldo” e “Galeguim” estão refugiados.

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