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Homenagem póstuma

Miséria lembra os 10 anos da morte do professor Aldenor Benevides que foi secretário municipal

Por Demontier Tenório
Em 31/01/2018 às 06:00
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O professor Aldenor Benevides era uma pessoa vista comumente na área central de Juazeiro (Foto: Reprodução)

Como forma de homenagem póstuma, o Site Miséria lembra, nesta quarta-feira, a passagem de exatos 10 anos da morte do professor e escritor Aldenor Jayme de Alencar Benevides, que foi secretário municipal na gestão do prefeito Antonio Conserva Feitosa. Era uma pessoa vista comumente nas ruas centrais de Juazeiro do Norte e sempre tinha um livreto em mãos para oferecer. Escrever era o seu grande Hobby e estava sempre nas gráficas acompanhando a impressão de algo de sua autoria.

Ele nasceu em Pacatuba no dia 2 de setembro de 1909 e morreu em Juazeiro do Norte aos 97 anos no dia 31 de janeiro de 2007 a terra que escolheu para morar. O professor e escritor Renato Casimiro lembra que Aldenor Benevides viveu os últimos anos como um membro de sua família já que tinha sido acolhido por sua irmã Ana Célia e o marido, Francisco Fechine Macedo, na residência do casal na Rua São José no centro da cidade.

Na verdade já era um amigos dos “Casimiros” desde os anos 40. Renato recorda ainda que, em 1985, ele o visitou em Fortaleza quando informou que estava com um câncer de próstata e iria ser submetido a uma cirurgia. Sempre esperançoso, acrescentou que não iria morrer deste mal e assim ocorreu já que, após o procedimento, ficou curado e veio residir em Juazeiro. Teve ainda uma breve passagem por Caririaçú, mas retornou à terra de Padre Cícero.

Nos últimos anos de sua vida produziu muito, intelectualmente, tendo publicado dezenas de livros, sendo a maioria sobre temas regionais, inclusive sobre a vida de Padre Cícero e Lampião. O professor Aldenor Benevides pertenceu ao Instituto Cultural do Vale Caririense ocupando vários cargos naquela instituição. Ele era visto quase sempre vestido num inconfundível paletó claro e gravata borboleta. O mesmo foi empregado da Marinha Mercante do Brasil quando esteve em New York (EUA).

O seu livro mais importante sobre o Padre Cícero foi editado em Brasília no ano de 1969 e não escondia a sua devoção pelo sacerdote. Aldenor se tornou cidadão juazeirense no dia 7 de dezembro de 1984, recebendo o título das mãos do então juiz Edmilson Cruz. O professor Renato Casmiro recorda ainda que ele era um apaixonado pela Maçonaria, onde se tornou atuante membro no Grande Oriente Brasil em Fortaleza e, depois, em Juazeiro.

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