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Vendas online

Comércio eletrônico cresce 12% de janeiro a junho deste ano

Em 29/08/2018 às 16:30
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A categoria de perfumaria e cosméticos ultrapassou moda e acessórios e é, atualmente, líder no ranking de vendas (Foto: Getty Images)

O comércio eletrônico cresceu 12% no primeiro semestre, faturando 23,6 bilhões de reais ante os 21 bilhões registrados de janeiro a junho de 2017. No período, o número de pedidos aumentou 8%, de 50,3 milhões para 54,4 milhões, enquanto o tíquete médio foi de 433 reais, alta de 3,8%. Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira, 29, e constam no relatório Webshoppers, da Ebit|Nielsen.

Para este ano, a expectativa é que o e-commerce feche 2018 com vendas de 53,4 bilhões de reais, alta de 12%, sobre os 47,7 bilhões de reais registrados em 2017. O número de pedidos deverá crescer 8%, atingindo a marca de 120 milhões, e o tíquete médio com alta de 4%, chegando aos 445 reais.



De acordo com a pesquisa, 32% das compras online foram realizadas por meio de smartphones (m-commerce), um avanço de 7,4 pontos percentuais. O faturamento no m-commerce ampliou 40% no primeiro semestre na comparação com o mesmo período de 2017, chegando a 6,7 bilhões de reais. O número de pedidos pela modalidade chegou a 12,4 milhões alta de 41% ante os 17,4 milhões do ano passado. “É uma tendência mundial. A nossa expectativa é que até meados de 2020, 50% das compras online sejam realizadas por smartphones”, disse Pedro Guasti, consultor de Negócios Ebit|Nielsen.

Já o tíquete médio caiu de 417 reais para 386 de reais, retração de 7%. Isso pode ser explicado pela mudança de perfil dos consumidores que buscam produtos mais baratos – cosméticos, perfumaria, moda e acessórios – nas compras pelos smartphones. “Os valores das compras vêm caindo a cada semestre porque são produtos mais fáceis de serem revendidos. O que mais se vende são livros, sapatos, perfumes, todos de baixo valor.”

No ranking de vendas do e-commerce, agregando todas as modalidades de compra, perfumaria e cosméticos ultrapassou moda e acessórios e já é a líder, segundo a pesquisa. “Em um ano, essa categoria cresceu mais de 30%, ficando atrás apenas de Esporte e Lazer (em crescimento), que foi naturalmente impulsionada pela Copa do Mundo. Isso mostra que as farmácias, lojas e fabricantes de cosméticos estão fortalecendo seus canais online e o consumidor está lançando mão dessa opção de compras”, afirmou Guasti.

No segmento de Digital Commerce, que são as vendas de produtos novos e usados em marketplaces (shopping virtuais), além da comercialização de serviços de turismo, locação de veículos e compra de ingressos, a pesquisa mostrou que no ano passado o faturamento alcançou 112,19 bilhões de reais. Em 2017, a taxa de crescimento desse mercado foi de 19,9%, alavancado principalmente pelos marketplaces de produtos novos e usados e artesanato.

Fonte: Veja

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