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Entre 2007 e 2014

Homem que esfaqueou Bolsonaro foi filiado ao PSOL por 7 anos

Em 06/09/2018 às 17:30
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Adelio Bispo de Oliveira, identificado como autor do atentado com faca ao candidato à presidência Jair Bolsonaro (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

O homem acusado de esfaquear o candidato Jair Bolsonaro na tarde desta quinta-feira em Juiz de Fora (MG), Adelio Bispo de Oliveira, foi filiado ao PSOL de Uberaba (MG).

Ele esteve entre os filiados à legenda entre maio de 2007 e dezembro de 2014, quando pediu para deixar o partido. As informações constam do registro de filiados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que pode ser baixado no site da corte eleitoral.  (veja abaixo).

 


A partir de dados de Adelio Bispo de Oliveira divulgados pela polícia, como o nome de sua mãe e sua data de nascimento, é possível concluir que o número de sua inscrição eleitoral (destacado em vermelho acima) é o mesmo que aparece no registro do seu local de votação, em Uberaba (MG) (veja abaixo). Conclui-se, portanto, que não se trata de um homônimo, e sim do mesmo Bispo de Oliveira acusado do atentado contra o presidenciável.

O acusado também tem pendências com a Justiça Eleitoral. Em uma consulta a partir dos dados de Bispo de Oliveira, o serviço de emissão da certidão de quitação eleitoral do TSE informa: “Favor procurar o Cartório Eleitoral para regularizar a situação de sua inscrição.”

 


Em nota, o PSOL repudiou o ataque. “A agressão sofrida pelo candidato do PSL, Jair Bolsonaro, configura um grave atentado à normalidade democrática e ao processo eleitoral. Nosso partido tem denunciado a escalada de violência e intolerância que contaminaram o ambiente político nos últimos anos. Por isso, não podemos nos calar diante deste fato grave. Repudiamos esse ataque contra o candidato do PSL e esperamos das autoridades as medidas cabíveis contra seu autor!”

O diretório mineiro do partido também se manifestou no mesmo sentido. “Repudiamos toda e qualquer ação de ódio. Cobramos investigação sobre o ataque contra o candidato do PSL. Esperamos das autoridades as medidas cabíveis contra seu autor”, diz nota.

Fonte: Veja

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