Terça-feira
20 de Novembro de 2018
Publicidade
Publicidade
Terça-feira, 20 de Novembro de 2018
Publicidade
Publicidade
Em entrevista

Filhos de Bolsonaro discutirão reforço de segurança com a PF

Em 09/09/2018 às 16:40
Compartilhar
Eduardo Bolsonaro fala com jornalistas na porta do Hospital Albert Einstein (Foto: Reprodução/ Terra)

 O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), disse hoje (9) que ele e o irmão Flávio terão reunião com o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Rogério Galloro, nesta segunda-feira (10). Eles falarão sobre um possível reforço de segurança para o pai e para a família do candidato.

Jair Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, na capital paulista, desde sexta-feira (7), quando foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG). Ele sofreu um ataque à faca na quinta-feira (6) enquanto fazia uma atividade de campanha pelas ruas da cidade.



"Vamos bater papo lá [na Polícia Federal] para saber o que pode ser feito em relação à segurança. A gente sabe que ele [Jair] faz questão desse contato como povo e diante desse quadro é muito difícil fazer a segurança de uma autoridade, mas acredito que o nível de periculosidade que o Jair Bolsonaro se encontra é muito maior", disse o deputado, em entrevista à imprensa. Ele esteve hoje no Hospital Albert Eistein.

Sobre o estado de saúde do pai, Eduardo destacou que o quadro está evoluindo e que Jair Bolsonaro já começa a se movimentar mais pelo quarto com a ajuda de um andador. "Os médicos falam que a recuperação dele está sendo boa, mas ainda está numa UTI [unidade de terapia intensiva], está um pouco anêmico, está fraco, não está 100%, mas está melhorando bem", disse à imprensa.

Ainda sobre as investigações, Eduardo disse considerar o ataque contra o pai como um "atentado político" e destacou o fato de que Adélio Bispo Pereira, agressor confesso do deputado, foi filiado ao PSOL. "Demonstra o viés marxista, esquerdista dele, sim. Isso é inegável. E tentou matar Jair Bolsonaro por acreditar que é uma pessoa que não pode chegar a Presidência da República", declarou.

De acordo com informações do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Adélio foi filiado ao PSOL entre os anos de 2007 a 2014. Em nota, o presidente nacional da legenda, Juliano Medeiros, disse que o fato de o agressor ter sido filiado "não altera em nada o posicionamento do partido em relação ao inaceitável atentado sofrido por Jair Bolsonaro".

O partido manifesta repúdio ao ataque sofrido pelo candidato à Presidência e defendeu que o responsável responda pelos atos de acordo com a lei.

Terra

Publicidade
Compartilhe
Comentários
Publicidade
Publicidade
Publicidade
TJ Seguros
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
© ACONTECEU, TÁ NO MISÉRIA
Quer reproduzir nosso conteúdo no seu blog ou site? Estabeleça uma parceria clicando aqui.
Desenvolvido por Kleber Ferreira