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Cearense precisa ser transferido de hospital na Colômbia
Ádamo Figueiredo: hospital não tem equipamentos adequados para exames (Reprodução)

Atropelado por um furgão em uma viagem de turismo na Ilha de San Andrés, no Caribe Colombiano, no último dia 6, o professor cearense Ádamo de Figueiredo Nogueira Mesquita segue internado em estado grave com um quadro de politraumatismo. Uma campanha arrecada dinheiro para conseguir um melhor tratamento médico.

O objetivo de familiares e amigos da vítima é arrecadar um valor próximo de 30 mil dólares para custear o transporte, em uma UTI aérea, até um hospital com melhores condições em Bogotá, capital colombiana.

Desde o dia do acidente, Ádamo está internado no hospital Clarence Lyund Newball Memorial, na ilha de San Andrés. De acordo com Caio Mota, um dos melhores amigos da vítima e organizador da campanha, o hospital não possui aparelhagem para os exames indicados pela equipe médica.

“Quando a gente ficou sabendo que o seguro só cobriria uma parte muito pequena do valor (do deslocamento), pensamos na campanha para conseguir o dinheiro. Ele está com suspeita de coágulo no cérebro e uma fratura na coluna e precisa ir para Bogotá fazer os exames”, explica.

A meta é arrecadar pelo menos 17.500 dólares até a próxima sexta-feira, 17. “Estabelecemos essa meta pela urgência da situação, mas não é o suficiente. Ainda existem custos para ele voltar para o Brasil. A gente só quer sair do lugar e começar a agir logo”, esclarece. Ádamo está sendo acompanhado pela mãe e o irmão.

Ádamo e o também professor universitário cearense João Jaime Giffoni Leite, 37, foram vítimas de um grave acidente na ilha de San Andrés. O casal foi atropelado por um caminhão quando atravessava uma rua do centro da cidade, sofrendo graves ferimentos. João Jaime não resistiu e morreu no local.

Ele lecionava no Centro Universitário Fametro. Em nota, a Unifametro manifestou pesar pela morte de João, destacando o quanto ele era “muito querido por toda a comunidade acadêmica”. Ádamo é professor da Faculdade Maurício de Nassau.

Fonte: O Povo

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