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Fechada em Barbalha fábrica de armas que alimentavam crimes no Cariri
Uma denúncia anônima levou policiais militares da Companhia de Barbalha a descobrirem e fecharem uma fábrica clandestina de armas de fogo que alimentava o crime
Demontier Tenório
Todo o material foi apreendido na tarde deste domingo numa oficina no bairro Bela Vista em Barbalha (Foto: Reprodução)

Uma denúncia anônima levou policiais militares da Companhia de Barbalha a descobrirem e fecharem uma fábrica clandestina de armas de fogo que alimentava o crime. Foi por volta das 13h30min deste domingo quando patrulhas da Força Tática com os Sargento Roberto e Jaidy, o Cabo Morais Bem e o Soldado Mendes e outra do POG com o Subtenente Rodrigues e os Soldados Welton e De Sousa foram averiguar e estiveram numa casa Avenida Antônio Correia Saraiva no bairro Bela Vista.

Segundo a polícia foi informada, parte das armas era encomendada por uma facção criminosa que utilizava em crimes no Cariri. Com autorização da dona do imóvel, os PMs adentraram a residência constatando como verdadeira a denúncia, sendo apreendido vasto material dentre eles armas, munições e acessórios. No local estava José Josemilton Almeida Silva, de 29 anos, ali residente, que confessou ser o fabricante de armas e não respondia procedimentos criminais.

O mesmo foi trazido à 20ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Juazeiro para os devidos procedimentos. Junto com ele os policiais apresentaram na DP quatro espingardas calibres 12, 22, 28 e 40, cano de espingarda calibre 36, máquina de solda, lixadeira e um total de 55 munições de diversos calibre. Eram 40 deflagradas, dez recarregadas e cinco intactas. Além disso, dois recipientes com pólvora, dois com espoletas, um com chumbo e mais quatro feixos (cão da espingarda).

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