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Soldado PM que baleou crediarista num bar em Juazeiro é condenado
Um homem já eliminado dos quadros da Polícia Militar em Crato foi condenado em Juazeiro por conta de atentado quando era soldado.
Demontier Tenório
Na época do crime o Soldado PM Lopes tinha 24 anos. Foto: Reprodução

      Um homem já eliminado dos quadros da Polícia Militar em Crato foi condenado em Juazeiro por conta de atentado quando era soldado. Alexandro Lopes Farias do Nascimento, de 49 anos, o Soldado PM Lopes, era lotado na Companhia de Crato e, na época do crime tinha apenas 24 anos. Na manhã do dia 25 de outubro de 1997 ele tentou matar o crediarista Francisco de Assis da Silva, de 48 anos, o “Pintinho”, que estava em um bar na Rua José Henrique Brasileiro (Tiradentes) em Juazeiro.

      O militar e mais duas pessoas – jamais identificadas – chegaram ao estabelecimento e quando a vítima percebeu o PM sacando uma pistola, tratou de correr para fugir da linha de tiros no que foi acompanhado pelo trio que atirava. Mesmo baleado, “Pintinho” saiu correndo se refugiando debaixo de um carro já na Rua Ivany Feitosa. Ao todo, terminou atingido por nove tiros de pistola e escapou após cirurgias no Hospital Santo Inácio.

      De acordo com os autos do processo, o soldado pretendia vingar a morte do seu irmão ocorrida em Exu (PE) por achar que um dos envolvidos era o crediarista que nega participação no caso. No julgamento do ex-PM Lopes, o Conselho de Sentença reconheceu a autoria e uma qualificadora, conferindo ao mesmo uma pena de 12 anos e seis meses. Todavia, o juiz Ramon Aranha da Cruz reconheceu o direito do réu recorrer em liberdade.

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