I Encontro de Musicoterapia da Região do Cariri, sediado na UFCA. Foto: Divulgação.
O II Encontro de Musicoterapia da Região do Cariri será realizado nos dias 6 e 7 de março, na Universidade Federal do Cariri (UFCA), campus Juazeiro do Norte. O evento é aberto ao público e tem o objetivo de aprofundar os debates sobre o método terapêutico, o mercado de trabalho e a formação profissional. As inscrições são gratuitas e seguem abertas até esta quinta-feira (5), por meio da plataforma Even3.
Neste ano, o mote será ‘Musicoterapia sem fronteiras: contextos, territórios e multidisciplinaridades‘. Organizado pelo Núcleo de Atendimento Musicoterapêutico do Cariri (NAMUC) em parceria com o curso de Música da UFCA, o encontro pretende reunir cerca de 150 pessoas.
“É uma forma pela qual a gente pode, dentro do meio acadêmico, fazer com que as pessoas encontrem a musicoterapia de uma forma mais clara, mais objetiva, possam ter ciência da musicoterapia, participar de oficinas, intervenções para entenderem um pouco da dinâmica do processo prático da musicoterapia”, explica a neurocientista Mariana Késsia Andrade.
Com dois dias de programação, os participantes debaterão temas como a regulamentação da profissão, a interdisciplinaridade e a atualização do cenário musicoterapêutico no Cariri. Nas oficinas, serão abordados os seguintes recortes:
- Atividades Musicoterápicas: vivenciando e fundamentando;
- A voz no contexto terapêutico;
- Musicoterapia materno-infantil; e
- Musicoterapia – Música e imagem a partir da música de cinema.

Não é necessário ser da área da saúde para participar. | Foto: Divulgação.
Convidados
Entre os convidados, está a musicoterapeuta Lilian Engelman (SP), um dos nomes na luta pela regulamentação da profissão de musicoterapeuta no Brasil (Lei n° 14.842, 11 de abril de 2024). O evento contará ainda com a presença da musicoterapeuta baiana Rita Dultra, e do professor do Instituto Graduale, Glairton Santiago.
De acordo com Mariana, a busca pelo evento tem alcançado profissionais de todas as regiões do país. “É de uma importância e de um significado muito potente“, celebra a neurocientista.