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Cabeleireiro morto a tiros em Crato e vigilante em Brejo Santo morre após acidente no qual faleceu a namorada
Duas mortes violentas foram registradas nesta sexta-feira, sendo um homicídio em Crato e outra em virtude de acidente de trânsito em Brejo Santo
Demontier Tenório
“Carlinhos” foi morto a tiros em Crato e “Velhão” cinco dias após acidente em Brejo Santo

Duas mortes violentas foram registradas nesta sexta-feira (06), sendo um homicídio no Crato e outra em virtude de acidente de trânsito em Brejo Santo. Esta última foi as 9 horas no Hospital Santo Antonio de Barbalha, onde morreu o vigilante da UFCA em Brejo Santo, Francisco Ivo da Silva, de 57 anos, o “Velhão”. Ele trabalhou por muito tempo como vigilante na agência da Caixa Econômica Federal de Brejo Santo e residia na Rua João Lucena no centro da cidade.

No início da noite do último dia 1º de março, o mesmo pilotava sua moto levando na garupa a namorada Hojaciana Abreu de Sousa, de 45 anos, que residia na Rua Manoel Bastos da Silva no Sítio Baixio dos Lopes naquele município. Ele perdeu o equilíbrio e caiu do veículo quando um carro passou por cima da mulher que morreu no local do acidente na BR-116 perto da Vila Cabeceiras. Francisco Ivo foi socorrido e faleceu nesta sexta-feira em decorrência de traumatismo craniano.

HOMICÍDIO – Já por volta das 14h30min houve um homicídio à bala na Travessa Assaré (Bairro Seminário) em Crato. O cabeleireiro José Carlos da Costa Figueiredo, de 26 anos, o “Carlinhos”, foi morto a tiros dentro do seu salão por dois homens que fugiram numa moto. Ele tinha sido vítima de um atentado à bala na tarde do dia 31 de outubro de 2024 no interior do mesmo estabelecimento ao ser atingido com um tiro no peito e escapou no hospital.

Naquele dia, cortava o cabelo de um cliente quando foi surpreendido com a chegada de dois homens atirando. “Carlinhos” respondia por crime de tráfico de drogas após ser preso na noite do dia 28 de setembro de 2022 na calçada da sua barbearia. Policiais militares apreenderam 13 gramas de maconha, dez pedras de crack, dois papelotes de cocaína, balança de precisão e caderno com anotações. Na época, ele negou vender drogas e falou que tudo era para uso pessoal.

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