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Polícia de Juazeiro prende “Barata” considerado “astucioso” nas ações
Ele é acusado de vários crimes na região do Cariri.
Demontier Tenório
Polícia de Juazeiro prende “Barata” considerado “astucioso” nas ações
“Barata” é acusado de vários crimes no Cariri (Reprodução)

Mais dois mandados judiciais foram cumpridos por policiais militares e civis, respectivamente em Juazeiro e Barbalha. Nesta última cidade, foi recolhido Edvan Garcia dos Santos, de 39 anos, condenado pela justiça por crime de arrombamento. Policiais civis da Delegacia de Barbalha descobriram o seu paradeiro, após investigações, e já tinham em mãos o mandado de prisão.

Já em Juazeiro do Norte averiguações da Subagência de Inteligência levaram até o paradeiro de Pedro Heryclles Silva Coelho, de 21 anos, apelidado por “Barata” ou “Herles”. Ele foi preso por militares da Força Tática e duas equipes do moto patrulhamento, sendo considerado pela polícia como um homem “astucioso” nas suas ações. Após ser apresentado na 20ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Juazeiro terminou recolhido à cadeia pública.

Uma de suas primeiras prisões foi no dia 25 de maio de 2017 na Rua Engenheiro José Walter (Triângulo), época em que residia na Rua Mestre José Caetano (Antônio Vieira). Na verdade, tinha sido detido por populares após furtar o celular de um homem de 35 anos em meio a uma festa quando terminou entregue aos PMs. Outra prisão aconteceu no dia 25 de outubro de 2017 em Milagres no que a polícia pode ter evitado uma chacina no município.

Naquele dia, além de “Barata”, foram presas mais seis pessoas com armas e bastante munição, cujo grupo saiu de Juazeiro com o intuito de praticar o crime contra uma família inteira motivada pela disputa de território da droga no que incluiria até crianças se estivessem no imóvel. A polícia soube, na época, que a determinação teria partido de uma pessoa identificada apenas por “Rafael”, do interior da Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (PIRC) em Juazeiro.

A coordenadora da ação seria Jakeline Fernandes Silva, a “Kelinha”, residente no Sítio Benedito em Milagres, que apontaria a casa quando a polícia montou operação para impedir os crimes. O carro com o bando foi interceptado e, nele, os PMs apreenderam muitas armas e munições prendendo “Kelinha”, o seu vizinho Tawyanderson Dedis Simão, o “Anderson”; Kaio Vinicius Macedo Lopes, que mora na Rua Beata Maria de Araújo (Romeirão).

Em meio ao grupo estava “Barata que, na época, residia na Rua Frei Damião (Lagoa Seca) e foram presos, também, Antonio Carlos Pereira da Silva, de 32, o “Veludo” residente na Rua Francisco Galvão Pereira da Vila Nova (Pedrinhas) igualmente em Juazeiro; José Cícero Tavares Souza, de 47, o “Chiquita” que mora no Sitio Curtume em Mauriti; e João Paulo Albuquerque da Silva, residente na Rua 1º de Maio (Novo Horizonte) em Acopiara.

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