Thyago Gutthyerre tinha sido preso no dia 19 de abril na Paraíba (Divulgação)
O advogado Vinicius Ramos de Sá Santos manteve contato com a redação do Site Miséria quando aproveitou para negar que o jovem Thyago Gutthyerre Pereira Alves, de 31 anos, residente em Salgueiro (PE), esteja foragido. Na última quarta-feira (15) policiais civis estiveram na sua casa naquele estado e não o encontraram. O mesmo é investigado como suspeito de envolvimento no assassinato do prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, de 54 anos, o “João do Povo”.
Ele tinha sido preso na madrugada do dia 19 de abril na Paraíba e foi recambiado quando ficou algum tempo recolhido numa das celas da Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (PIRC) em Juazeiro. Há um mês já tinha conquistado liberdade e o seu advogado disse ter mantido contato com a Comarca de Caririaçu afirmando que o apresentaria e sendo informado que as atividades presenciais estão suspensas.
O mesmo voltou a garantir que Thyago Gutthyerre não tem envolvimento no crime e segue disposto a colaborar com a polícia e a justiça já tendo sido ouvido em três oportunidades. Na quarta-feira foram presos o prefeito de Granjeiro, Ticiano Tomé, o seu pai e ex-prefeito, Vicente Tomé, Anderson Maurício Rodrigues, e Joaquim Maximiliano Borges, o “Max”. O Cabo PM Mayron Myrray Bezerra Aranha, de 29 anos, já estava preso e foi transferido ao Presidio Militar em Fortaleza.
Também já estavam presos Wendel Alves de Freitas Mendes e Willyano Ferreira da Silva, enquanto Francisco Rômulo Brasil Leal dos Santos e Geraldo Pinheiro de Freitas foram informados sobre as prisões domiciliares. A exemplo de Thyago Gutthyerre, a polícia não localizou o irmão de Vicente Tomé, no caso José Plácido da Cunha, de 53 anos, residente em Maracanaú e considerado foragido. Na casa dele a polícia apreendeu um revólver e, na casa de Geraldo Pinheiro, R$ 120 mil em dinheiro.
