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Julgamento de pistoleiro acusado de matar mototaxista em Icó acontece nesta terça, 14
A representação do Ministério Público do Ceará (MPCE) ficará por conta do promotor Daniel Formiga Porto e a defesa do acusado será patrocinada por seis advogados
Richard Lopes
Julgamento de pistoleiro acusado de matar mototaxista em Icó acontece nesta terça, 14
Antônio Bruno Torquato Rocha, de 27 anos, conhecido por ‘Bruno Barrão’, acusado do assassinato do mototaxista Adriano Lima Cunha (Foto: Reprodução/Richard Lopes)

O Tribunal Popular do Júri se reúne na manhã desta terça-feira (14), por volta das 9h, no auditório do Centro Universitário Vale do Salgado (UniVS), em Icó, para julgar Antônio Bruno Torquato Rocha, de 27 anos, conhecido por ‘Bruno Barrão’, acusado do assassinato do mototaxista Adriano Lima Cunha. O crime ocorreu na manhã de 26 de novembro de 2014.

Naquele dia, o mototaxista estava dentro de seu veículo, um carro Golf, quando foi executado com vários tiros de pistola, principalmente na cabeça. Os acusados do assassinato, Bruno Barrão e um comparsa, fugiram em alta velocidade em uma moto Honda CG 125 Fan KS, acabando por coilidir com outra motocicleta durante a fuga.

No dia do crime, policiais militares da Força Tática estavam nas imediações e, ao chegar ao local do acidente, o comparsa de Bruno havia conseguido fugir tomando uma moto de assalto. Barrão foi preso portando uma pistola calibre 380, com dois carregadores, um de 380 e outro 45. O carregador de 380 estava com uma cápsula intacta e o outro se encontrava municiado.

Na ocasião da data do crime, ao ser preso e levado para a Delegacia Regional de Polícia Civil, Bruno Barrão disse ter sido contratado por um dono de uma sucata, que teria lhe oferecido R$2 mil para matar Adriano, visando vingar a morte do neto, que teria tido a participação do mototaxista. O mandante já é falecido.

No decorrer das investigações, a Polícia Civil acabou por descobrir que Barrão teria participado de pelo menos outros cinco homicídios ocorridos no ano de 2014, também em Icó. As vítimas foram executadas com tiros na cabeça. Ele já responde a vários processos. Bruno Barrão teria dito que, antes mesmo da maioridade, já havia matado, pelo menos, outras 10 pessoas.

O Tribunal Popular do Júri, que o julgará nesta terça-feira (14) pelo assassinato de Adriano, será presidido pelo juiz Francisco Ireilton Bezerra Freire. A representação do Ministério Público do Ceará (MPCE) ficará por conta do promotor Daniel Formiga Porto. A defesa do acusado será patrocinada por seis advogados.

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