Guerreiro das balas de coco morre de infarto agudo do miocárdio em Juazeiro do Norte - Site Miséria 

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João Boaventura

Profissional de comunicação com passagens pelas emissoras do cariri, sempre na produção de conteúdo jornalístico. No Site Miséria, sou produtor, redator e repórter desde 2014.

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Guerreiro das balas de coco morre de infarto agudo do miocárdio em Juazeiro do Norte
Paulo chegou ao Juazeiro junto da esposa Eliene Soares e constituíram família no Cariri.
Guerreiro das balas de coco morre de infarto agudo do miocárdio em Juazeiro do Norte
Paulo Roberto da Silva com a cesta de doces ao lado de uma estátua de Padre Cícero (Cedida ao site Miséria)

Faleceu de infarto na noite desse sábado, dia 27, Paulo Roberto da Silva, nome completo do Guerreiro das balas de coco, como era mais conhecido o senhor de 64 anos de idade. Natural de Maringá, interior do Paraná e radicado em Juazeiro do Norte desde o ano de 2000.

Antes de ficar em Juazeiro, tinha rodado por vários Estados do País. De acordo com Elen, uma das filhas do Guerreiro, ele costumava dizer o Ceará tinha o encontrado. Dizia também que os cearenses eram pessoas acolhedoras.

Paulo chegou ao Juazeiro junto da esposa Eliene Soares, hoje com 41 anos, e constituíram família no Cariri. Tiveram quatro filhos, os dois mais velhos nascidos em Crato e dois mais novos em Juazeiro. Ellen White Soares da Silva de 19 anos, Elias Soares da Silva de 16 anos, Elâine Soares da Silva de 14 anos e Eliel Soares da Silva de 12 anos.

Eliene foi companheira de Paulo por 22 anos. Era ela quem fazia as balas de coco para o Guerreiro vender. Ele deixou ainda outros três filhos do primeiro casamento.

O Guerreiro faleceu vítima de um infarto agudo do miocárdio. Ele era bastante conhecido na Terra de Padre Cícero de quem ele era devoto. Paulo vendia balas de coco no centro comercial de Juazeiro e também circulava nos bares e restaurantes oferecendo as guloseimas deliciosas.

Guerreiro das balas de coco morre de infarto agudo do miocárdio em Juazeiro do Norte

Paulo Roberto da Silva, o Guerreiro como era conhecido (Cedida ao site Miséria)

O jornalista Normando Sóracles disse certa vez que os doces do Guerreiro deveriam ser chamados de ‘duvido’, por conta de duvidar alguém conseguir comer apenas um.

Com a cestinha cheia de balas de coco, amendoim doce entre outras guloseimas, o Guerreiro sustentou até́ ontem a família com dignidade.

O velório aconteceu na tarde deste domingo, dia 28, e às 15h foi sepultado no cemitério Anjo da Guarda e Juazeiro do Norte.

Ellen, a filha mais velha do Guerreiro, deixou uma mensagem para o pai:

“Pai, a sua memória será para sempre honrada, o seu nome e a sua história serão sempre repetidos com amor, carinho e respeito. Você continuará eternamente presente em nossas vidas e em nossos corações. Obrigada, pai, por ter sido um homem tão incrível. Te amamos eternamente”.

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