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Camilo: “se eu for convocado para uma missão no meu estado, não é uma escolha pessoal”
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Camilo Santana afirmou que, caso haja uma convocação para disputar o Palácio da Abolição, a decisão não seria tratada como pessoal.
Rogério Brito
Ministro da Educação Camilo Santana
Ministro da Educação Camilo Santana | Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou nesta sexta-feira (27) que não descarta ser convocado pelo PT para disputar o governo do Ceará neste ano. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, ele afirmou que, caso haja uma convocação, a decisão não seria tratada como pessoal.

“Se eu for convocado para uma missão no meu estado, não é uma escolha pessoal, é pelo projeto”, disse o ministro ao ser questionado se o também ministro Fernando Haddad não poderia se dar ao “luxo” de não ser candidato em São Paulo.

“Quando digo que não se pode dar ao luxo, é porque o projeto não pertence mais a nós mesmos. […] Ele [Haddad] está sendo convocado para uma missão que, às vezes, vai além do desejo pessoal”, completou.

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Camilo já anunciou que vai se desincompatibilizar do cargo de ministro em abril. O movimento permite que ele dispute as eleições deste ano, mesmo tendo mandato de senador assegurado até 2030. No entanto, no início de fevereiro, o próprio ministro afirmou que não pretendia entrar na disputa estadual.

“Não serei candidato a governador. Essa será minha decisão”, declarou em entrevista à CNN Brasil, no último dia 3.

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