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Ex-jogador do Guarani de Juazeiro pede ajuda para custear tratamento após amputação das duas pernas
Conhecido nos gramados como Nego Müller, ele vestiu camisas tradicionais do futebol da região, como o Guarani de Juazeiro e a Portuguesa do Crato
Rogério Brito
Nego Müller enfrenta dificuldades após ter as duas pernas amputadas e precisa de apoio para custear o tratamento e adquirir um colchão d’água.
Nego Müller vestiu camisas tradicionais do futebol da região, como o Guarani de Juazeiro e a Portuguesa do Crato | Foto: Guto Vital/ M1

Um dos nomes conhecidos do futebol caririense, o ex-jogador Nego Müller fez um apelo por ajuda nesta sexta-feira (27). Em entrevista ao portal M1/Miséria, ele disse que enfrenta dificuldades após ter as duas pernas amputadas e precisa de apoio para custear o tratamento e adquirir um colchão d’água.

“Para mim, o que ajudar será bem-vindo. Estou fazendo os curativos, é particular, porque deu problema na amputação. O pessoal que mandar é de coração, é bem-vindo”, disse o ex-atleta, que hoje vive no bairro São Miguel, em Juazeiro do Norte.

Além das despesas com os curativos, Müller também destacou a necessidade de um colchão d’água, item importante para evitar complicações durante o período de recuperação. “Estou precisando de um colchão d’água. Quem tiver por aí algum que puder doar para mim, eu sou muito grato”, afirmou.

Durante a entrevista, Müller divulgou a chave PIX para quem desejar contribuir financeiramente. Também é possível prestar ajuda diretamente no endereço dele. O ex-jogador mora na Rua Doutor Floro Bartolomeu, nº 1365, no bairro São Miguel, em Juazeiro do Norte.

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Ídolo do futebol local

Conhecido nos gramados como Nego Müller, ele vestiu camisas tradicionais do futebol da região, como o Guarani de Juazeiro e a Portuguesa do Crato, além de ter atuado em diversas equipes do futebol amador.

Identificado como rubro-negro, Müller relembrou com emoção o período em que defendeu o Guarani, clube pelo qual demonstra grande carinho. “Eu sou rubro-negro. O Guarani está no meu coração. Eu nasci dentro e me criei lá”, declarou.

Ele também recordou a forte rivalidade de antigamente com o Icasa. Segundo o ex-atleta, os clássicos mobilizavam a cidade e exigiam concentração total dos jogadores. “Quando era Guarani e Icasa, a gente tinha que estar concentrado, não podia andar nem na rua aqui em Juazeiro”, contou.

Confira a entrevista completa:

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