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Hospital Infantil de Juazeiro do Norte registra mais de 17 mil atendimentos por viroses em março
O cenário é típico desta época do ano, marcada principalmente por doenças virais respiratórias, gastrointestinais e arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.
Rogério Brito
Foto: Guto Vital/M1

O Hospital Infantil Maria Amélia, em Juazeiro do Norte, registrou mais de 17 mil atendimentos apenas no mês de março, em meio ao aumento de casos de viroses que atingem principalmente crianças neste período do ano. A informação foi confirmada pela Diretora Técnica da unidade, a médica Kássia Fernandes, em entrevista ao M1 nesta quinta-feira (16).

O cenário é típico desta época do ano, marcada principalmente por doenças virais respiratórias, gastrointestinais e arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. De acordo com a diretora, o volume de atendimentos praticamente dobrou de fevereiro para março.

“Nós praticamente dobramos o número de atendimentos em março, em relação a fevereiro. Mais de 17 mil atendimentos foram realizados. É um número bem significativo”, destacou.

Para tentar dar conta da alta demanda, o hospital precisou reforçar a estrutura. A equipe médica de plantão foi ampliada de três para cinco profissionais, atuando 24 horas por dia. Também houve reforço na equipe de enfermagem e a abertura de uma nova classificação de risco para melhorar o acolhimento dos pacientes.

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“Mesmo a gente fazendo esse redimensionamento, essa ampliação, a demora existe, porque a demanda realmente está muito alta e, além do atendimento inicial, tem muitos retornos. As crianças estão vindo com quadros mais arrastados, mais debilitados, necessitando de uma hidratação, então tem que ser reavaliado pelo médico”, acrescentou.

Entre as doenças mais recorrentes, a influenza tem sido o principal destaque em 2026. A médica orienta que crianças a partir de seis meses de idade sejam levadas aos postos de saúde para atualização do cartão vacinal. Além disso, recomenda evitar aglomerações, contato com pessoas com sintomas gripais e não levar crianças doentes para a escola.

Confira a reportagem:

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