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Padre de Lavras da Mangabeira leva golpe de R$ 1,9 mil após não receber túnicas compradas na internet
Padre Jardel Phellipe relatou ainda que já sofreu outro golpe envolvendo a compra de artigos religiosos e chegou a gastar R$ 4 mil com joias religiosas que também não foram entregues.
Rogério Brito
Jardel Phellipe é pároco da Paróquia de de São Vicente Ferrer, em Lavras da Mangabeira | Foto: Reprodução/ Instagram
Jardel Phellipe é pároco da Paróquia de de São Vicente Ferrer, em Lavras da Mangabeira | Foto: Reprodução/ Instagram

O padre Jardel Phellipe, da Paróquia de São Vicente Ferrer, em Lavras da Mangabeira, denunciou nesta quarta-feira (7) ter sido vítima de um golpe aplicado por uma loja de artigos religiosos após a compra de túnicas que não foram entregues. Ao todo, o pároco adquiriu sete peças, com investimento de R$ 1,9 mil.

Em relato publicado nas redes sociais, o sacerdote informou que a compra foi feita por meio de um anúncio na internet. Segundo ele, a confiança na loja se deu pelo fato de pessoas conhecidas já terem comprado no estabelecimento. No entanto, após o pedido, a empresa manteve contato por cerca de dois meses e, em seguida, deixou de responder.

“Essas empresas deixam de responder, somem, enrolam, ficam dizendo que não deu certo, que está em atraso. Olha, desculpas diversas, e quem fica no prejuízo somos nós”, lamentou.

Padre Jardel Phellipe relatou ainda que já sofreu outro golpe envolvendo a compra de artigos religiosos. Em uma ocasião anterior, ele chegou a gastar R$ 4 mil com joias religiosas que também não foram entregues. No vídeo, ele informou que está processando os dois estabelecimentos.

“Nós estamos em um contexto em que o dinheiro em nossas mãos está difícil e em que os preços de quase todas as coisas estão exorbitantes. Então, qualquer coisinha que nós tenhamos de desconto, de preços mais baixos, acaba se tornando um atrativo para cair em certas ciladas. E quando se fala em material de igreja, então, o preço já vai lá em cima”, alertou.

Nesta quinta-feira (8), após a repercussão da denúncia, o padre informou que foi contatado por uma das empresas envolvidas, que realizou a devolução do valor pago. “Uma das empresas entrou em contato comigo e acabou fazendo a restituição”, anunciou.

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