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Pescadores e órgãos ambientais discutem mortandade de peixes no açude Olho d’Água, em Várzea Alegre
O encontro buscou traçar estratégias para identificar as causas das perdas e definir medidas que reduzam os impactos ambientais e os prejuízos às famílias que vivem da pesca.
Bruna Santos
Açude Olho d’Água, em Várzea Alegre, no Cariri.
Açude Olho d’Água, em Várzea Alegre. Foto: Cogerh.

A mortandade de peixes no açude Olho d’Água, em Várzea Alegre, foi discutida por pescadores, representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) e da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (COGERH). O encontro, realizado em 7 de abril, buscou traçar estratégias para identificar as causas das perdas e definir medidas que reduzam os impactos ambientais e os prejuízos às famílias que vivem da pesca.

Na ocasião, os pescadores relataram as dificuldades enfrentadas no reservatório. Como medidas definidas no encontro, estão a realização de um estudo técnico complementar, incluindo diagnóstico estrutural e levantament o topográfico, que servirá de base para definir a melhor intervenção a ser adotada.

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Entre as alternativas pontuadas previamente pelos participantes, está a possível implantação de uma estrutura hidráulica do tipo “escama de peixe“. Segundo a SEMMA, um novo encontro ampliado deve ser realizado nos próximos meses junto aos órgãos estaduais, comitês de bacias hidrográficas e outras instituições.

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