Compartilhar
Vereador do Crato nega violência doméstica e acusa ex de falsa denúncia, extorsão e cárcere privado
Thiago Gomes negou as acusações e afirmou que, na verdade, foi ele quem teria sido vítima de violência doméstica e também de tentativa de extorsão.
Rogério Brito
Vereador do Crato, Thiago Gomes.
Vereador do Crato, Thiago Gomes | Foto: Reprodução

O vereador do Crato, Thiago Gomes (União Brasil), acusado de agredir a ex-mulher, utilizou a tribuna da Câmara Municipal nesta segunda-feira (23) para apresentar sua versão sobre o caso. O parlamentar negou as acusações e afirmou que, na verdade, foi ele quem teria sido vítima de violência doméstica e também de tentativa de extorsão.

No dia 6 de fevereiro, a ex-companheira registrou denúncia na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) afirmando ter sido estrangulada por Thiago. Na ocasião, uma agente da Guarda Civil Metropolitana (GCM) disse que a mulher relatou que não seria a primeira vez que sofria violência e que já havia solicitado medida protetiva anteriormente.

Durante o pronunciamento desta segunda, o vereador apresentou imagens nas quais aparece com arranhões pelo corpo, que atribui à ex-companheira. Segundo ele, além das agressões físicas, teria sido vítima de cárcere privado e tentativa de extorsão.

O vereador também exibiu cópia de um boletim de ocorrência registrado contra a mulher. No documento, ele relata que ela teria colocado um rastreador em seu veículo e ido até o local onde o carro estava estacionado para levá-lo. Após pegar o automóvel, ela teria retornado à residência e o trancado dentro de casa, “passando o cadeado”.

De acordo com o parlamentar, a denúncia contra ele teria ocorrido após ele se recusar a comprar uma casa e um carro para a ex-companheira. Um áudio atribuído à mulher foi apresentado durante a sessão, no qual ela afirma: “Eu vou sair com casa, com um carro e uma pensão de R$ 6 mil. Você vai ver”.

“Estão mentindo para você. Você ouviu uma versão. Agora vai conhecer os fatos. Existem provas. Existem registros. E a verdade não pode ser escondida. Justiça não se negocia”, disse o parlamentar.

Veja o pronunciamento:

Compartilhar
Comentar
+ Lidas