Foto: William Fortunato/Pexels
Não é novidade, que a pandemia veio para reformular e configurar qualquer aspecto de nossas vidas. Da rotina à metodologia de trabalho dos sistemas educativos, a questão que vamos abordar e que nos preocupa, de uma forma ou de outra, a covid19 modificou algum paradigma ou forma de agir ou funcionar. Para recuperar aquele tempo perdido, ou sessões presenciais, tangibilidades, em muitos casos optaram por encontrar uma certa relevância no apoio prestado pela tecnologia. A excelência, recurso sempre buscado pela academia, talvez tenha que ser deixada de lado por um tempo. Resolver o essencial, o básico, era a questão principal. Isso simbolizava um atraso complicado para se recuperar.
A tecnologia, em certo sentido, era um desafio, mas também uma solução. Inovar e dar a volta por cima para estabelecer a virtualidade como recurso de proteção foi um aprendizado por si só. Foi uma mudança de paradigma muito importante, ininteligível para alguns, salvadora para outros. Mas sim, nem um pouco democratizante. Ainda assim, em muitos países ou instituições, há uma busca que tem a ver com a preparação do solo ou do terreno, para as gerações modernas que devem depender da tecnologia, como abordagem para suas plataformas de estudo ou trabalho. Assim, desenvolveu-se um importante alicerce na luta pela proposta de “volta às aulas”.
Essa base, que foi realizada em diferentes níveis e em muitos países, permitiu o desenvolvimento de uma série de desafios ou buscas ou demandas, que devem ser enfrentadas e atendidas para pensar um futuro complicado, mas necessário e nada utópico. Há uma simples necessidade empírica de abordar temas e ideias relevantes, próximos ao campo, à vida cotidiana, que a ciência muitas vezes deixa de lado, desde aspectos essenciais como defender ou argumentar uma ideia. Esa cercanía, se puede encontrar de algún modo con la tecnología. Essa proximidade pode ser encontrada de alguma forma com a tecnologia. Somente a partir da inovação podemos acertar esse ponto, pois hoje a digitalização aborda constantemente nossas vidas. Não podemos escapar disso, muito menos fugir.
Essa ‘tecnologização’ da educação virá mais cedo ou mais tarde. Portanto, apresse-se ou aposte e invista nele, é onde os modelos vitoriosos serão encontrados. Trabalhar os materiais de estudo a partir de smartphones ou tablets ou laptops será vital. Simplificar tarefas, automatizando questões que em breve serão inconcebíveis no futuro, como um resumo de um texto que a inteligência artificial já pode formular ou ler um texto tedioso que você pode ouvir em formato de áudio. Você pode ver mais sobre um sumário automático aqui.
Pequenas distinções, detalhes que farão a diferença. Focar no que é realmente importante será talvez o mote do que está por vir. Contribuir a partir das redes, estudá-las em profundidade, nos fornecerá uma estrutura de estudo imponente. Nada melhor do que usar o que hoje orienta muitas horas do nosso dia: Instagram ou Twitter. Estes devem estar no currículo geral. Eles vão colaborar com a aculturação de fake news ou ‘hateos’, entendendo como liquidar o que não serve.
Será apenas uma questão de se informar, investir e esperar. Mais cedo ou mais tarde veremos que utilidade e funcionalidade não têm mais nada a ver com o arcaico ou artesanal.