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Cabecinha morreu em confronto com o RAIO no Juazeiro e, em Várzea Alegre, mãe presa após morte da filha sob suspeita de omissão
Homem que morreu no confronto com a PM respondia por roubo em Fortaleza, tráfico de drogas em Missão Velha, além de posse de arma e homicídio em Juazeiro
Demontier Tenório
“Cabecinha” morreu em Juazeiro após confronto com militares do RAIO.

Um homem acusado de crimes morreu num confronto com militares do RAIO na noite desta quarta-feira (18) em Juazeiro. Por volta das 19 horas Fágner Marcelino dos Santos, de 39 anos, o “Cabecinha” que residia no Sítio Serra da Mãozinha em Missão Velha, recebeu os PMs à bala os quais revidaram. O caso aconteceu quando tentaram prendê-lo na Rua Joaquim Leandro de Sousa (Bairro Pedrinhas), onde também residiu. Ele foi socorrido e morreu às 20h30min no Hospital Regional do Cariri (HRC).

Cabecinha respondia por roubo em Fortaleza, onde nasceu, tráfico de drogas em Missão Velha, além de posse de arma e homicídio em Juazeiro. Este último crime foi no dia 29 de novembro de 2014 quando ele e Eduardo Leandro Alves, o “Dudu” mataram a tiros Francisco Aílton Paixão de Lima, de 17 anos. A dupla arrombou a porta da casa da vítima na Vila Isaac (Timbaúbas) e executou o adolescente. Na época, Cabecin há foi preso, mas passou a responder em liberdade.

VÁRZEA ALEGRE – Na manhã desta quarta-feira uma mulher foi presa por policiais militares sob suspeita de homicídio por omissão após a filha de 5 anos ser encontrada morta em casa no bairro Riachinho em Várzea Alegre. A menina teria sido levada ao hospital na noite de terça-feira, mas a mãe e o padrasto foram embora antes da criança receber atendimento e cuidaram de medicar por conta própria. Na manhã de ontem, tentaram acordar e perceberam que estava morta.

O óbito foi confirmado por profissionais de saúde do SAMU que notaram lesões suspeitas no corpo da menina não conseguindo confirmar o tipo de doença ou sintomas ela tinha apresentado no dia anterior. Os responsáveis disseram aos PMs que tinham levado a criança ao Hospital de Várzea Alegre, mas não aguardaram atendimento por conta da demora em virtude do grande número de pacientes. Ambos foram conduzidos à Delegacia de Várzea Alegre, onde a mãe foi autuada em flagrante por homicídio doloso na modalidade omissiva imprópria considerando o dever legal de cuidado e proteção.

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