Thyago foi preso na madrugada do último dia 19 de abril na Paraíba sob acusação de envolvimento no assassinato do prefeito de Granjeiro João do Povo (Arquivo/Agência Miséria)
Em nota enviada à editoria de polícia do Site Miséria defesa de Thyago Gutthyerre Pereira Alves, de 31 anos, residente em Salgueiro (PE), nega o envolvimento dele no assassinato do prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, de 54 anos, o “João do Povo”. O crime aconteceu na manhã do último dia 24 de dezembro perto da casa do prefeito e Thyago foi preso por policiais militares do 11ª Batalhão de Monteiro (PB) na madrugada do dia 19 de abril.
Na nota o seu advogado, Vinícius Ramos de Sá, faz referências ao decreto de prisão temporária, expedido no dia 7 de janeiro pelo juiz titular da Comarca de Caririaçu, e disse que está adotando todas as medidas legais adequadas ao caso. Lembrou que as apurações tramitam em segredo de justiça e são apenas suposições com relação à participação de Thyago no homicídio contra o ex-prefeito de Granjeiro.
A defesa informa ainda que está pleiteando a realização da audiência de custódia em cuja oportunidade buscará demonstrar a inexistência dos requisitos que autorizaram a prisão temporária. De acordo com a nota assinada pelo advogado, “existem vários elementos capazes de comprovar que o investigado não tem qualquer envolvimento com o crime”.
Acrescentou Vinicius Ramos que vai apresentar tais elementos aos autos do processo penal para que seja comprovado o não envolvimento do preso com o fato que motivou a expedição do mandado de prisão temporária. Ele aproveitou ainda a nota para se colocar à disposição de toda a imprensa da região do Cariri a fim de “dirimir as dúvidas e assim esclarecer tudo o que for necessário”.
