“Ronim” foi preso em Barbalha e é acusado de ter matado um na manhã de sábado em Juazeiro (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Cerca de dez horas após um homicídio no bairro Triângulo em Juazeiro, a Polícia Militar deu a resposta e prendeu um dos acusados do crime. Ronilson Galdino Gomes, de 36 anos, o “Ronim” residente no bairro Frei Damião, usava tornozeleira eletrônica e já está à disposição da justiça no “Tourinho”. O Auto de Prisão em Flagrante por homicídio qualificado foi protocolado na manhã deste domingo no Plantão Judiciário do 1º Núcleo Regional do Cariri.
Ele é acusado do assassinato de Josilânio da Silva Gonçalves, de 30 anos, o “Lanim”, no final da manhã de sábado dentro da casa da vítima na Rua Luiz de Freitas (Triângulo) e na presença de sua genitora. Em 2018 “Lanim” tinha tentado matar Rafael Galeguim e este o lesionou dias depois mais voltou a ser baleado no último dia 6 de janeiro no bairro Santa Tereza e morreu dia 19 num dos leitos do Hospital Regional do Cariri.
Por volta das 21 horas de sábado uma patrulha da PM de Barbalha com o Tenente Nascimento e os Soldados J. Lima e Honorato promovia operação perto da empresa Itaipava quando os policiais abordaram “Ronim”. Naquele momento, ocorria uma operação paralela para localizar exatamente ele que era acusado do homicídio dez horas antes. A confirmação se deu com levantamentos da Subagência de Inteligência, de membros do Batalhão de Choque e o Comandante da Operação, Tenente Dantas.
Ademais, “Ronim” terminou reconhecido pelopai da vítima como o autor dos disparos que ceifaram a vida de “Lanin”. A moto que o acusado trafegava apresentava restrições administrativas e foi recolhida por agentes do Demutran de Barbalha e “Ronim” apresentado no Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa (NHPP) em Juazeiro. Ele responde vários procedimentos por crimes de tráfico de drogas, falsidade ideológica, porte de arma de fogo e respondeu por um homicídio.
No dia 18 de setembro de 2014 Francisco Ronerlânio de Sousa Moreno, de 23 anos, o “Nego Roni”, que residia no bairro Frei Damião, foi morto a tiros por dois homens e um deles seria “Ronim”. Porém, no dia 11 de abril de 2019, sentou no banco dos réus e foi julgado e inocentado pelo Conselho de Sentença. Na época, acatou a tese da defesa, promovida pelos advogados Rafael Uchoa e Helder Ribeiro, sustentando no plenário do Tribunal do Júri a negativa de autoria.
