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Juazeiro lembra hoje exatos 5 anos da morte do Monsenhor José Alves de Oliveira
Padre Zé Alves, como era conhecido, desfrutava de grande conceito no Cariri
Demontier Tenório
Foto: Reprodução

Como forma de homenagem póstuma, esse veículo de comunicação lembra exatos cinco anos da morte do Monsenhor José Alves de Oliveira, que transcorre neste sábado. Ele nasceu no dia 21 de dezembro de 1935 no Sítio Tapera (Distrito de Quitaiús) em Lavras da Mangabeira e faleceu aos 85 anos no dia 10 de janeiro de 2021 em Juazeiro após 44 dias internado no Hospital da Unimed. Foi ordenado sacerdote por Dom Vicente Matos no dia 30 de setembro de 1962.

O mesmo desempenhou a maior parte do ministério em Juazeiro como um sacerdote virtuoso, íntegro, amigo de todos e dedicado seguidor de Jesus Cristo. Foi vigário paroquial da Paróquia de Nossa Senhora das Dores e capelão da Capela do Socorro entre os anos de 1972 a 1988. Depois, passou um tempo como vigário em Mauriti até tornar-se o sustentáculo da comunidade paroquial Menino Jesus de Praga, no Bairro Novo Juazeiro, onde foi pároco durante os anos de 1990 a 2012.

Foi ainda professor da antiga Escola Normal Rural de Juazeiro e, depois, Centro Educacional Professor Moreira de Sousa. Mesmo aposentado de suas funções paroquiais e com limitações, em decorrência da idade e da saúde debilitada, fazia questão de rezar missa às terças, quintas e sábados às 19 horas e, aos domingos, pela manhã na Igreja do Menino Jesus ou na Capela de São Pedro Apóstolo no bairro Tiradentes, onde residia.

Padre Zé Alves, como era muito conhecido, reunia muitos predicados que ornamentavam a sua personalidade em meio ao desprendimento em servir ao próximo. Costumava dar o conforto espiritual da sua presença de pastor e amigo quando fazia questão de estar por perto como um raio de luz para iluminar os eventos ou aliviar a dor do irmão. O seu corpo está sepultado na Igreja do Menino Jesus de Praga bem na entrada principal do templo.

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