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Justiça começa a julgar quatro acusados de homicídios na cidade de Icó
Agência Miséria
Justiça começa a julgar quatro acusados de homicídios na cidade de Icó
Primeiro júri-Promotor de justiça, Daniel Porto e do juiz Francisco Ireilton, ladeados dos assessores, Jovana Bezerra, Lucas Vidal e do advogado Halison Teixeira (Richard Lopes)

O tribunal popular do júri de Icó, teve início na manhã desta terça-feira (12) e se estenderá até o dia 2 de fevereiro, onde quatro acusados de homicídios estarão sendo submetidos a júri popular. O primeiro a sentar no banco do réus foi José Nildo Pereira de Araújo, conhecido por Zé de Dodô, acusado de matar a pedradas, no dia 22 de dezembro de 2008, José Colaça Roseno.

A vítima de acordo com os autos, desde o dia anterior bebia com o acusado que teria confessado o crime na época. A defesa foi patrocinada pelo advogado Halison Teixeira e no final Zé de Dodô, acabou sendo absolvido. As informações são do correspondente Richard Lopes.

No próximo dia 19, será julgado Jardel Régis de Oliveira Ferreira, acusado de matar a tiros José Jaiele Pires de Araújo, conhecido por Magão. A defesa será patrocinada pela advogada Maria de Fátima Silva e a acusação ficará com Fabrício Moreira. No dia 29, o terceiro a sentar no banco dos réus, será Manoel Bomfim Pereira da Silva, cuja vítima, Francisco Heldo da Silva Xavier, conhecido por Beiçola, foi executado a tiros dentro de casa, no dia 7 de março de 2010. A defesa de Manoel Bomfim será patrocinada pelo advogado Fabrício Moreira.

Já no dia 2 de fevereiro, será julgado Evangelista Gomes Brasil, conhecido por Wando, acusado de matar a tiros no dia 24 de outubro de 2008, na rua Santa Rita, no bairro do Dner, a sua companheira, a agente de saúde Fabilene Leandro Marcolino, que na época tinha 32 anos. O juiz na época tinha determinado liminarmente, que o acusado deixasse a casa. O casal estava em processo de separação.

A agente de saúde Fabilene, naquela tarde de 24 de outubro de 2008, depois de almoçar em um restaurante com amigas na cidade foi surpreendida com Evangelista Gomes, que abriu fogo. Um dos tiros acertou Fabilene no peito, que morreu no local do crime. A defesa de Evangelista Gomes, será patrocinada pelo advogado Fabrício Moreira.

Os trabalhos estão sendo presididos pelo juiz Francisco Ireilton Bezerra Freire e pelo promotor, Daniel Porto, assessorados por Jovana Bezerra e Lucas Vidal.

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