Sérgio Rolim já foi condenado a 118 anos de prisão (Foto: Reprodução)
Na manhã desta sexta-feira (25), o cratense Sérgio Brasil Rolim, de 48 anos, acusado de estupros e assassinatos de cinco mulheres volta a sentar no banco dos réus. O ex-bancário e ex-vendedor de veículos está preso desde o dia 3 de maio de 2002 e já foi condenado a 118 anos por quatro homicídios: Ana Amélia, Edilene Pinto, Telma de Sousa Lima e mais o mototaxista Ricardo Guilhermino dos Santos, o qual foi vítima de queima de arquivo em Crato. As condenações incluem dois casos de estupros em que é réu confesso.
Na próxima sexta-feira ele será julgado pelos assassinatos de Maria Aparecida Pereira da Silva e Waleska Maria da Silva, que residiam em Barbalha e seus corpos foram encontrados em Missão Velha. Sérgio Rolim senta perante o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri no auditório da Faculdade de Medicina de Barbalha. Sobre as mortes de Luisa Alessandra de Alencar e Maria Eliane Gonçalves, ele nega envolvimento e o processo tramita na 1ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro.
Eis a relação das mulheres assassinadas com crimes atribuídos a Sergio Rolim por meio das respectivas investigações. Inclusive, mortes com características semelhantes:
Dia 25 de maio de 2001 – O corpo da vendedora de joias Telma de Souza Lima, foi encontrado com marcas de estrangulamento em cima da Serra do Araripe em Crato.
Dia 9 de março de 2002 – O corpo da vendedora de plano de saúde que residia em Juazeiro, Edilene Maria Pinto Esteves, de 38 anos, foi encontrado amordaçado e estrangulado no Sítio Correntinho em Barbalha.
Dia 13 de março de 2002 – Os corpos da copeira do Hospital do Coração de Barbalha, Maria Aparecida Pereira da Silva, de 27, e da coreógrafa Waneska Maria da Silva, de 22 anos, foram encontrados amordaçados e estrangulados no Sítio Arraial em Missão Velha.
Dia 23 de abril de 2002 – O corpo da jovem Ana Amélia Pereira Alencar, de 21 anos, foi encontrado no Distrito de Monte Alverne em Crato, onde foi morta por asfixia.
