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Identificada Travesti morta a tiros no Juazeiro em plena praça pública
No primeiro homicídio do mês de outubro em Juazeiro e o 61º do ano no município uma travesti foi assassinada a tiros neste sábado.
Demontier Tenório
"Thainá" ou "Katarina” morreu na Praça do Giradouro. Foto: Reprodução

No primeiro homicídio do mês de outubro em Juazeiro e o 61º do ano no município uma travesti foi assassinada a tiros neste sábado. Por volta das 06h30min a polícia militar foi acionada por conta do que disseram se tratar de um transfeminicídio na Praça do Giradouro. Ali esteve uma patrulha da PM se deparando com o corpo da travesti Henrique Rodrigues de Souza Neto, de 21 anos, de nome social Thainá Rodrigues de Sousa ou “Katarina”, que residia na Rua Domingos Rodrigues Barbosa no bairro Jardim Gonzaga.

A mesma apresentava perfuração à bala na altura da axila e das costas já que, segundo testemunhas, saiu correndo tentando fugir da linha de tiros. As informações que “Katarina” estava bebendo num dos bares próximos quando saiu algum tempo depois. Momentos após foi vista discutindo com um homem que, também, estivera no estabelecimento.

Não demorou e surgiram estampidos de arma de fogo quando ela saiu correndo, mas tombou sem vida alguns metros depois, cujo óbito foi apenas constatado por profissionais de saúde do SAMU que estiveram no local. De acordo com testemunhas, o acusado é um homem baixo, gordo e moreno que fugiu numa moto Honda Bros nas cores branca e vermelha. A polícia está buscando imagens de câmeras de segurança das imediações para tentar identificá-lo.

A vítima respondia procedimentos por ameaça, desacato e furto. Na madrugada do dia 19 de março de 2022 ela e outra travesti identificada como Jefferson Ruan Pereira da Silva, de 24 anos, a “Pretinha”, de nome social Jhenyfer Ruane Pereira da Silva, praticaram furto no Gela Homer na Avenida Padre Cícero (Triângulo) em Juazeiro de onde levaram um celular avaliado em R$ 3,5 mil e outros pertences da vítima. As duas foram flagradas por imagens de câmeras de segurança, presas e denunciadas pelo promotor de justiça Leonardo Marinho.

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