Jair Bolsonaro, presidente da República (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a falar nesta sexta-feira (1) que, se depende do governo federal, não haverá passaporte para vacinados no país. O presidente reiterou suas críticas às medidas de isolamento e afirmou que estamos entrando em um novo momento, “se Deus quiser”, com o fim da pandemia da Covid-19. ELe ainda disse que lamentava todas as perdas ocorridas na pandemia, mas que na economia os brasileiros sempre puderam contar com o governo federal.
A declaração foi dada durante a inauguração das obras do aeroporto regional de Maringá (PR). O palanque de Bolsonaro foi composto pelos ministros Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Tarcísio Gomes (Infraestrutura), além do governador Ratinho Jr (PSD), o deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, o prefeito de Maringá, Ulisses Maia (PSD) e outros políticos locais.
“Quero dizer que, naquilo que depender do governo federal, nós não teremos passaporte da Covid. Nunca apoiamos medidas restritivas. Sempre estivemos do lado da liberdade, do direito de ir e vir, do direito ao trabalho e da liberdade religiosa. Pegamos um Brasil numa situação bastante complicada no tocante à ética moral e economia, mas com o trabalho sério e muita humildade e tendo sempre Deus acima de tudo, nós estamos entrando quase no ultimo ano de governo”, disse o presidente.
Bolsonaro chegou a se confundir duas vezes e falar que chegava aos 1.000 anos de governo, sendo depois corrigido de que eram 1.000 dias.
“Nesses 1.000 dias, foram 600 dias de pandemia. Lamentamos todas as perdas, mas na economia vocês sempre contaram com o governo federal, bem como no atendimento a Estados e municípios em tudo que foi necessário para combater a pandemia.
Fonte: O Tempo
