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Capitão Wagner será presidente da União Progressista, confirma oposição e diz que Camilo usou Jade Romero para blefe
O posicionamento da federação para as eleições de outubro no Ceará se transformou em um verdadeiro cabo de guerra entre base e oposição nas últimas semanas.
Rogério Brito
Capitão Wagner apresentou um documento confirmando que assumirá a presidência estadual da federação | Foto: reprodução
Capitão Wagner apresentou um documento confirmando que assumirá a presidência estadual da federação | Foto: União Brasil/ Divulgação

Depois de meses de disputa entre oposição e base governista, a federação União Progressista será controlada pela oposição no Ceará. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (27) pelo ex-deputado federal Capitão Wagner, que apresentou um documento confirmando que assumirá a presidência estadual da federação.

“A Federação União Progressista permanece na oposição, e essa definição fortalece o caminho de construção em torno da candidatura de Ciro Gomes ao Governo do Estado”, afirmou Wagner.

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Aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (26), a federação passa a representar a maior força partidária do país. A aliança terá a maior bancada de deputados na Câmara, o maior número de prefeitos e as maiores fatias de recursos públicos para campanhas e despesas partidárias.

Disputa entre base e oposição

O posicionamento da federação para as eleições de outubro no Ceará se transformou em um verdadeiro cabo de guerra entre base e oposição nas últimas semanas. A vice-governadora Jade Romero chegou a anunciar sua filiação à federação como estratégia para atrair o grupo ao apoio à reeleição do governador Elmano de Freitas (PT).

Durante entrevista coletiva, Wagner acusou o ministro da Educação, Camilo Santana, de utilizar Jade em uma manobra política. Segundo ele, o ministro também teria tentado convencer o ex-prefeito de Caucaia, Vítor Valim, a gravar um vídeo anunciando sua filiação à União Progressista, o que teria sido recusado.

“Lamento que Camilo Santana tenha utilizado uma mulher para fazer o maior blefe da história da política cearense, quando colocaram a vice-governadora para anunciar uma suposta filiação que ela faria à federação. Por que não usaram um político homem para fazer esse anúncio? Porque sabiam que era um blefe e queriam constranger uma mulher”, declarou.

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