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Homenagem póstuma

Se vivo fosse, o radialista juazeirense Wellington Amorim completaria 70 anos neste domingo

Por Demontier Tenório
Em 02/09/2018 às 07:00
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Wellington Amorim morreu jovem com apenas 36 anos de idade (Foto: Reprodução)

Como forma de homenagem póstuma, o Site Miséria lembra neste domingo a passagem dos 70 anos do nascimento do radialista Wellington Amorim ocorrido no dia 2 de setembro de 1948 em Juazeiro do Norte. Ele morreu vítima de um aneurisma cerebral no dia 22 de outubro de 1984 e seu corpo foi sepultado no Cemitério do Socorro. Ele passou mal em sua casa na Rua Boa Vista e terminou socorrido às pressas ao Hospital Santo Inácio, onde morreu jovem com apenas 36 anos de idade.

Contemporâneo dele que completa 70 anos no próximo dia 29, o também radialista Wilton Bezerra lembra que Wellington foi um dos primeiros a integrar a equipe que fundou a Rádio Progresso. “Um rapaz bom, tranquilo, bem humorado e com momentos de introversão. Escrevia bem e conhecia os meandros da política juazeirense. Se não fosse certa timidez poderia ter brilhado mais, mesmo em pouco tempo de atividade já que morreu cedo”, define o comentarista esportivo Wilton Bezerra.

Já o professor e radialista, Daniel Walker, recordou ter começado no rádio na mesma época de Wellington Amorim e, também, no jornalismo. “Ele me sucedeu como correspondente do Jornal O Povo quando me afastei. Ainda tentei incluí-lo no magistério, mas ele não se interessou. Foi grande como radialista e jornalista. Foi um dos meus maiores amigos e sua morte prematura me causou um grande impacto emocional, pois era meu amigo-irmão”, conclui Daniel.

Wellington durante uma solenidade de inauguração com o então secretário de saúde de Juazeiro e atual prefeito, Arnon Bezerra, o vereador Antonio Duarte, o Padre Zé Alves e o então prefeito Manoel Salviano (de costas) (Foto: Reprodução)


O também radialista Lucier Menezes manifestou com o orgulho o fato de ter trabalhado com Wellington, pontuando que o mesmo deixou sua marca no rádio juazeirense “como brilhante noticiarista das rádios Progresso e Iracema”. Na época em que morreu, Wellington Amorim era o assessor de imprensa do então prefeito Manoel Salviano e, até alguns meses antes, apresentou o Circuito Regional da Comunicação noticiário de grande audiência ao meio dia na Rádio Vale do Cariri AM.

Ele sempre gozou do respeito dos milhares de ouvintes e colegas de atividade com seu espírito imensamente agregador. Era um radialista simples na sua maneira de transmitir as notícias com bastante credibilidade e, nas horas da boemia, sempre estava bem rodeado de amigos. Sua voz mansa deitava sobre a característica musical com a qual abria o programa no caso Melancholy Man de Paul Mauriat. Teve a oportunidade de promover bons debates e entrevistar grandes personalidades como Pelé, em abril de 1974, na única vez que o Rei do Futebol esteve em Juazeiro.

Wellington Amorim foi membro da Associação Juazeirense de Imprensa (AJI) e tinha apenas 18 anos quando vivenciou e até discursou na inauguração do "Bureau" de Imprensa de Juazeiro na Prefeitura Municipal em solenidade com a presença do então prefeito Humberto Bezerra. Ele fazia rádio com muito amor e era entusiasta quanto ao crescimento da comunicação na terra de Padre Cícero para poder divulgar cada vez mais Juazeiro.

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