Cultura
Juazeiro do Norte
Dudé Casado e Junú fazem show especial do álbum Dr. Raiz, um marco da música regional
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Ex-integrantes da Dr Raiz: Dudé Casado (esq.), lançou álbum solo em 2015, e Junú, os álbuns Calendário (2006) e Warakidzã (2016) (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Por Alana Soares/Agência Miséria
Em 04/01/2019 às 16:30
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Os artistas Junú e Dudé Casado sobem ao palco do Cangaço Bar neste sábado, 5, às 22h, para relembrar os tempos de "Dr. Raiz" em apresentação especial do álbum que marcou a música caririense nos anos 2000.

O encontro da dupla, que desde 2006 segue careira solo, promete uma mistura quente de rock, reisado, maracatu cearense e boa poesia no show que terá participação especial de alguns ex-companheiros de banda, ainda não revelados.

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Não seria para menos, uma vez que que os músicos ainda carregam em si sonoridades particulares. "Mesmo distante da pegada que foi o Dr. Raiz, ainda sim é possível encontrar vestígios dessa experiência no meu repertório atual", diz Dudé Casado, que segue solo desde 2011, mais voltado para o rock clássico e progressivo.

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Já para Junú, músico com fortes ligações na cultura popular cearense e conhecido por seus shows performáticos, o distanciamento é menor, porém aberto. "Minhas referências não me fecham dentro de um caixinha. Ao mesmo tempo em que trabalho com músicas conectadas com ancestralidade, também incluo a música digital", afirma.

O show especial deve seguir as faixas do disco Dr. Raiz (são 17 originalmente), com inclusão de músicas dos álbuns solo de Dudé Casado (À esquerda de quem vem, 2015) e Junú (Calendário, 2006, e Warakidzã, 2016). 

Enquanto conjunto, a banda Dr. Raiz formada em 1998 por Junú, Dudé Casado, Evaldo Rodrigues, Antônio Queiroz , Lindemberg Monteiro e Júnior Casado aplicavam em seu processo criativo e performático sonoridades típicas da cultura nordestina, provinda do violão, guitarra, sanfona, pífanos, pandeiro e zabumba.

Marcada pelo rock de sotaque cultural, se alimentando e reinventando a partir do regionalismo - e surfando na onda do movimento manguebeat - a banda entrou em ascensão logo no início da carreira, passando por um álbum de estúdio homônimo em 2006 e festivais pelo Brasil e Europa. Foi assim até 2009, quando novos projetos e o cansaço do ritmo frenético de estrada deu fim a banda.


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