Esporte
Na Colômbia
Roger vê Palmeiras no grupo mais difícil, mas promete atacar o Junior Barranquilla
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Na visão do técnico Roger Machado, mais especificamente, a chave com Junior Barranquilla, Alianza Lima e Boca Juniors trata-se da mais complicada de toda edição (Foto: Reprodução)

Em 01/03/2018 às 08:45
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Há quem veja como algo positivo, e quem não goste, mas o fato é que o Palmeiras está em um dos grupos mais difíceis da Copa Libertadores 2018. Na visão do técnico Roger Machado, mais especificamente, a chave com Junior Barranquilla, Alianza Lima e Boca Juniors trata-se da mais complicada de toda edição do torneio continental.

“Nosso grupo, tenho certeza absoluta, é o mais difícil, forte e equilibrado da Libertadores. São equipes com muitas características parecidas e detalhes diferentes. Nosso grupo tem pretendentes ao título e iniciando a competição muito forte. Não tenha dúvida que, ao final da primeira fase, saberemos que nível atingimos na competição e se estaremos capacitados a alcançar coisas importantes”, afirmou o treinador.

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Mesmo reconhecendo a dificuldade do grupo e de estrear fora de casa contra uma equipe qualificada como é o Junior Barranquilla, Roger Machado prometeu não armar seu time defensivamente e tentar surpreender o Tubarão em seu território.

“O que posso dizer sobre este duelo específico é que será um jogo entre dois times que gostam de jogar, ter a posse de bola e sabem se defender bem e pressionar o adversário. Sabemos que o Junior, quando joga dentro de casa, é um time que busca sempre o gol, tem uma intensidade ofensiva muito forte e, por isso, não podemos abdicar de atacar e ficar esperando o adversário. Temos que propor o jogo e tentar surpreender o adversário, mesmo que em sua casa”, completou.

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O duelo nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília) marcará ainda uma série de reencontros. Será o primeiro duelo do Verdão arbitrado por Enrique Cáceres, juiz que trabalhou na batalha de Montevidéu entre Palmeiras e Peñarol, pela fase de grupos de 2017. Além disso, Matias Mier, que levou um soco de Felipe Melo na confusão, hoje defende o Junior Barranquilla.

“Eu vejo que isso já ficou para trás, faz parte do passado. Quando a gente fala a respeito, talvez aumente o clima de tensão e isso não traz nada de bom para o futebol. O episódio já foi superado até mesmo pelos dois atletas. Não vai ter problema nenhum. O jogo vai se desenvolver com a bola e a sobreposição dos adversários em campo”, concluiu o comandante


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