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Alerta

Combate a dengue, zika e chikungunya devem ser a prioridade do Estado

Em 22/01/2018 às 06:40
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Vacinação contra a febre amarela (Foto: Flavia Villela/Agência Brasil)

Por enquanto, o Ceará pode respirar tranquilo quanto à disseminação de febre amarela na região. Privilegiado por não fazer fronteira com nenhuma localidade afetada pela doença, o Estado não é área de risco e não tem um único caso da doença há 17 anos. Por isso, está liberado da orientação de imunização pelo Ministério da Saúde.
 
Para aqueles com planos de viajar, o indicado é acompanhar quais são as cidades contempladas com a orientação de vacina. Atualmente, há municípios em alerta nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Se for necessária a vacina, a dose deve ser tomada dez dias antes do contato com essas áreas de risco e é preciso apresentar comprovante de viagem no posto de saúde..
 
A vacina não é recomendada para crianças menores de seis meses, idosos, gestantes sem recomendação médica criteriosa, pessoas com alergia a ovo e seus derivados, além daqueles que já fizeram algum transplante de órgãos, estejam fazendo tratamento de câncer e são portadores de doenças que comprometem o sistema imunológico, como o HIV/ aids. Lembrando que quem já recebeu a dose no passado, não precisa receber de novo. E quem teve a doença, já está imunizado.
 
Quem for ficar pelo Ceará mesmo, a preocupação deve ser outra, alerta Nelio Morais, coordenador da Vigilância Ambiental de Riscos Biológicos da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). "A população não deve transferir as preocupações para febre amarela. A nossa realidade é a dengue, zika e chikungunya, que são o problema real, instalado em nossa cidade", acrescenta.
 
Por isso, o combate ao moquisto e aos focos de larvas deve continuar. Até porque a versão urbana da doença é transmitida também pelo Aedes aegypti - ainda que não haja registro de contaminação desse tipo no Brasil desde 1942. As mortes de agora foram causadas pela versão silvestre unicamente. Confira abaixo, o que a população pode fazer evitar ambientes propícios para procriação do vetor.
 
Dicas de combate ao Aedes Aegypti
 
Dentro de casa

- Tampe os tonéis e caixas d’água;
- Mantenha as calhas sempre limpas;
- Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
- Mantenha lixeiras bem tampadas;
- Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
- Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
- Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
- Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.

 
Área externa

- Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;
- Limpe ralos e canaletas externas;
- Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;
- Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água;
- Verifique instalações de salão de festas, banheiros e copa.

Fonte: Diário do Nordeste

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