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Insegurança

Ceará já soma 16 assassinatos de motoristas de aplicativos de transporte desde 2017

Em 07/09/2018 às 07:00
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Dois motoristas de aplicativos foram mortos na primeira semana de setembro de 2018 (Foto: Reprodução/ Tribuna do Ceará)

Dois motoristas de aplicativos foram mortos só nesta primeira semana de setembro de 2018. De acordo com a Associação de Motoristas Privados Individuais de Passageiros do Ceará (Ampip), já são 16 condutores cadastrados em aplicativos ou de Táxi Amigo assassinados no Estado desde 2017. A busca da classe é por diálogo com a Secretaria de Segurança para integração de uma central de monitoramento interligado ao Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops).

Segundo Antônio Evangelista, presidente da associação, a contagem das vítimas vem sendo realizada desde a morte de Guilherme e Silva Maia, de 22 anos, assassinado em julho de 2017, no bairro Ancuri, em Fortaleza. O jovem não teria baixado vidros e ligado a luz interna do veículo ao entrar no condomínio Alameda das Palmeiras.

Nesta quarta-feira (5), Antônio Carlos Ferreira de Sousa, de 30 anos, foi morto enquanto trabalhava. No carro de modelo Sandero um adesivo da Uber e outro da 99 identificando o profissional. O motorista foi chamado para uma corrida no bairro Vila Manoel Sátiro quando levou um tiro na cabeça de um dos bandidos que ia como passageiro. Além dele, o presidente da Ampip relembra que na segunda-feira um outro condutor também foi morto no bairro Papicu.

“Quando estava indo para o velório do Ricardo, um que foi morto no Papicu e o carro encontrado em Messejana, soube dessa outra morte na Vila Manoel Sátiro. Nós estamos buscando um diálogo com a Secretaria de Segurança pra gente tentar montar uma central de segurança que faz monitoramento dos motoristas e tentar interligar com o Ciops. Ainda não obtivemos resposta da Secretaria de Segurança, acredito que até semana que vem a gente conversa com eles”, disse Antônio Evangelista.

O Tribuna do Ceará tentou contato com as empresas Uber, mas ainda não obteve resposta. Do mesmo modo, com a Secretaria de Segurança Pública do Ceará. A 99 respondeu por meio de nota. “A 99 informa que Francisco Carlos Ferreira de Sousa não estava em corrida pelo aplicativo no momento do grave ocorrido. A empresa lamenta profundamente o caso e qualquer forma de violência. Nos solidarizamos com a família e os amigos da vítima”, finaliza.

Tribuna do Ceará

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